segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Égua atropelada no DF agoniza por mais de 3 horas à espera de remoção Animal puxava carroça; dono do animal teve escoriações na cabeça. Acidente ocorreu em retorno de uma das principais avenidas do Guará.


Uma égua atropelada no final da manhã desta sexta-feira (3) na Avenida Contorno, uma das principais do Guará II, no Distrito Federal, agonizou durante três horas  até ser socorrida por um caminhão do Serviço de Zoonoses. A égua morreu a caminho do Hospital Veterinário.
Moradora joga água em cima do animal para aliviar sofrimento   (Foto: Káthia Mello/G1)Moradora de prédio em frente ao local do acidente joga água em égua atropelada (Foto: Káthia Mello/G1)
O acidente aconteceu por volta das 11h20, quando um carro e uma carroça se chocaram. De acordo com a polícia, o carroceiro saía de uma obra e cruzou a via para pegar um retorno.
 
Testemunhas disseram que a carroça estava na faixa central da pista quando foi atingido pelo veículo, que estaria em alta velocidade na faixa da esquerda. O carroceiro caiu e foi levado pelos Bombeiros para o Hospital de Base, com escoriações na cabeça e foi liberado pouco depois.
O motorista do veículo não se feriu. Segundo ele, não foi possível desviar da carroça, que teria atravessado na frente do carro.
Policiais militares que chegaram ao local pouco depois do acidente chamaram o Serviço de Zoonoses. No entanto, o animal, que estava agonizando no asfalto, não foi retirado da pista porque, segundo os policiais, era preciso aguardar a chegada dos peritos da Polícia Civil, o que só aconteceu às 14h10.
Meia hora depois, o local do acidente foi liberado e a égua foi removida para o Hospital Veterinário da Universidade de Brasília (UnB), na Granja do Torto.
Moradores e trabalhadores da região se aglomeraram no local. Uma moradora de um prédio em frente ao local do acidente jogava água sobre a égua para aliviar o sofrimento do animal.
O funcionário público Aníbal de Souza estava indo almoçar quando viu o acidente e decidiu parar para ajudar no atendimento ao animal. “Eu estava no ônibus, vi a égua na pista e desci. Estou aqui há duas horas. Deixei meu almoço para dar assistência. É tudo muito triste. Fiquei aqui por amor aos animais”, disse.Ela disse que nos quatro meses em que mora no local, já presenciou várias situações de risco no trânsito. Segundo ela, a colocação de um quebra-molas ajudaria a reduzir acidentes no local.
G1

Nenhum comentário:

Postar um comentário

verdade na expressão