sábado, 5 de maio de 2012

As Primeiras Imagens dos Raros Mamíferos das Florestas Filipinas


Rusa alfredi
Uma expedição pelas quase impenetráveis florestas de Negros, nas Filipinas, permitiu aos investigadores captarem aquelas que, segundo eles são as primeiras imagens em ambiente selvagem do veado malhado das Filipinas (imagem em cima) e do porco verrugoso.
Rusa alfredi
O veado malhado das Filipinas (Rusa alfredi) é um animal noturno e ameaçado de extinção. Em 1996 estimou-se a existência de 2.500 veados na natureza; atualmente esse número é incerto.
Sus cebifrons negrinus
O porco verrugoso (Sus cebifrons negrinus) é uma espécie criticamente ameaçada, vítima da perda de habitat e da caça desportiva. Uma vez que são raros de encontrar na natureza, pouco se sabe sobre o seu comportamento em ambiente selvagem.
Sus cebifrons negrinus
Os porcos verrugosos tendem a viver em grupos de 4 a 6 elementos. Quase tudo o que se sabe sobre eles advém da observação desta espécie em cativeiro, nos programas de reprodução dos zoos que tentam salvar a espécie.
Via BBC
mundodosanimais

Traian Basescu: Cães de parada "eutanásia" com machados, facas, queimado vivo, eletrocutado!



Recentemente, as autoridades ucranianas interromperam a matança em massa de cães de rua depois de um clamor mundial por defensores dos animais. Agora, internacionais e organizações de defesa animal romenos de bem-estar, bem como cidadãos interessados ​​em todo o mundo, estão enfurecidos com a recente decisão do Parlamento romeno para permitir um massacre semelhante a ocorrer na Romênia.
Como outros países da Europa Oriental, a Roménia está a tentar controlar a população de rua em massa de erradicação. Em novembro, o Parlamento romeno votou a favor de permitir que os municípios locais para determinar a vida ou a morte de cães de rua, oferecendo aprovação para desenvolver programas de cães de rua de matar todo o país.
Nos termos do Tratado de Lisboa, os Estados-Membros devem ter plenamente em conta os requisitos de bem-estar dos animais, porque eles são seres sencientes (artigo 13 º do TFUE). A Roménia deve, portanto, a implementação de um programa de controle humano animal em vez de legitimar a matança em massa de cães de rua.
HSI é pedir aos líderes romenos a adoção de práticas éticas de controle animal humano e temos oferecido assistência no desenvolvimento de efetivas e humanas de rua cão programas de gestão da população.
AGIR
Urge o presidente romeno eo presidente do Parlamento do país para impedir a matança de cães de rua, assinar a nossa petição hoje.
Por favor, assista este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=CbLRwCEsA-s
Divulgue.
 Assinem a petição

Gui Pádua se emociona com a morte de sua cachorra

O ex-participante de A Fazenda ficou muito abalado em frente às câmeras do Hoje em Dia
Reprodução / Rede Record
Gui Pádua e Bimba no Hoje em Dia: reencontro após confinamento do atleta em A Fazenda

A produção do programa Hoje em Dia foi visitar Gui Pádua, particpante da 4ª edição de A Fazenda e o encontrou chorando. O paraquedista havia acabado de enterrar em sua fazenda a cadelinha buldog Bimba e estava muito emocionado. 

Bimba era a melhor amiga do atleta, segundo ele. A amizade fora revelada ao Brasil no estúdio do Hoje em Dia, assim que o atleta havia deixado o confinamento.

Para amenizar a saudade, Gui arrumou uma nova companheira: uma rotweiller de dois meses, chamada Bomba.

Nascido em Pratápolis (MG),  paraquedista foi criado em São Paulo. No entanto, não perdeu sua ligação com o campo e o jeito com a roça, que o fez se sentir em casa no reality show A Fazenda.
Hoje em sua própria fazenda, o atleta faz o que mais gosta cuidar dos bichos. Além de seus animais, ele adotou recentemente 15 cavalos e um burro.

— O lance da adoção é o jeito de fazer a minha parte no mundo. Acho que se eu posso, e se eu gosto, eu me divirto fazendo.

Além do amor, a dedicação tem um custo:

— Eu tento sempre que possível achar parceiros, mas [o gasto] tem sido do meu bolso mesmo.

Mariposa é flagrada ao retirar néctar de flores



AFP/Karen Bleier


Uma cena linda! Uma mariposa foi flagrada bem no momento em que retirava o néctar de flores, em Manassas, estado da Virgínia (EUA). A fotógrafa Karen não perdeu tempo e capturou imagens belíssimas do inseto. 



Veja as fotos do momento dos cliques aqui 

Família paulista faz sucesso com porco de estimação


O animal de estimação da família de Iraci Lopes da Silva Molon, da cidade de Matão (SP), virou sensação do bairro. O amigão pesa mais de 150 kg. Pudera, ele é um porco.

Iraci conta que o suíno chegou em sua casa com 28 dias de vida, depois que foi rejeitado pela mãe biológica. Em pouco tempo, Baby, como foi batizado, tornou-se o xodó da casa.

- Pensei que ele fosse ficar como o porco que aparece na televisão [do filme Baby}. Para mim, ele é muito mansinho e carinhoso. Como se fosse meu quarto filho.

Até bem pouco tempo, Baby saía para passear com seus donos de coleira, pela vizinhança. Hoje, com 11 meses, os passeios ficaram complicados por conta do peso do pet.

Muito bem tratado pela família de dona Iraci, Baby come arroz e ração e toma cinco banhos todos os dias. Já está enturmado com os outros animais de estimação da casa, como um jabuti, mas não gosta muito do marido de Iraci.

Astro na vizinhança, Baby recebe muitas visitas. Vira-e-mexe dona Iraci recebe uma proposta indecente para transformar o pet em feijoada. Mas não quer abrir mão da companhia da mascote.

Macaquinhos nadam em lago para se refrescar

Os animais estão sofrendo com as altas temperaturas na Tailândia


Reuters
O macaco decidiu saltar na água, mas acabou caindo em cima de um amiguinho



Nem os animais estão aguentando as altas temperaturas que os termômetros estão marcando na Tailândia. E para se refrescar um poucos, os bichos têm que apelar.
Os macacos de um bairro rural na província de Ayutthaya, perto de Bangkok, desfrutaram de um banho frio em um lago da região para tentar amenizar o calor que sentiam.
O que era para ser somente um refresco, acabou sendo uma verdadeira diversão. Os macaquinhos espirraram água para todos os lados, pularam um em cima do outro e muito mais.

Vereador Baninho e ONGs cobram reajuste do programa de castração de animais


O vereador Baninho (PSD) quer que o aumento dos valores para o programa de castrações gratutitas municipal, aprovado em emendas propostas para o orçamento anual desde 2009 e reapresentado no ano passado para o orçamento deste ano, seja colocado em prática. O projeto não recebe reajuste desde a sua criação em 2005, permanecendo com o valor total mensal de R$ 8.000,00 distribuido entre três ONGs que fazem cerca de 25 esterilizações por mês cada uma. O vereador propôs que a verba disponibilizada para o controle populacional de animais passe para R$ 40.000, 00 já que a quantidade de animais estimada hoje é de 75 mil cães e gatos, sendo que destes, cerca de 15 mil vivem nas ruas.
A emenda proposta por Baninho foi aprovada pelo plenário, mas não saiu do papel, o que preocupa o vereador. “Esta é uma questão de saúde pública que merece muito mais atenção do que recebe atualmente. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as castrações são a
melhor forma de resolver a questão dos animais de rua, evitando a reprodução indiscriminada, não só pelo ponto de vista do bem-estar animal, mas também pela eficiência”, aponta Baninho, lembrando que o problema afeta os gatos e cachorros que ficam expostos a todo tipo de
perigo, mas também a sociedade, a economia e o turismo.
Segundo o presidente do Grupo de Assistência e Proteção aos Animais, o Gapa-ma, Carlos Eduardo Pereira, com o dinheiro do convênio é possível atender os animais domésticos de famílias carentes, bem como os de rua. Porém, a quantia está muito defasada e quanto mais o tempo é
perdido, mais a situação se agrava. “Temos uma fila de espera de 120 pessoas já cadastradas, além dos pedidos ainda não formalizados.
Muitas vezes não conseguimos atender as solicitações a tempo e as cadelas acabam entrando no cio, cruzando e gerando novos filhotes que terão um destino incerto. É uma situação que pode ser evitada se o governo cumprir com suas obrigações”, afirma o presidente da entidade.
Além do Gapa-ma, atuam no programa as ong’s Sociedade Petropolitana de Proteção aos Animais (SPPA) e a Cia dos Animais.
Em um ano uma cadela em idade reprodutiva é capaz de dar origem a cerca de 82 descentes (já que de um cio nascem em média 8 filhotes, que darão origem a novos descendentes), gerando um custo aproximado de R$ 10.000,00 (cada cirurgia custa em média R$ 120), caso todos fossem
estelizados. “Por isso precisamos efetivar o aumento da verba para o programa municipal de castrações com urgência, visto que se uma única cadela fosse operada antes de ter filhotes, todo esse custo seria evitado”, salienta Baninho. Carlos Eduardo acrescenta que o ideal seria promover um choque inicial com um grande número de esterilizações. Além disso, é importante ampliar a área de atuação das ONGs o que só é possível com o reajuste dos valores. “São duas atuando
no 1º distrito e apenas o Gapa-ma do 2º ao 5º distritos”, diz o protetor.

Questionada ONG de proteção a animais



IVAN CARVALHO
Especial para O Diário
A União Internacional de Proteção Animal (Uipa), primeira ONG do Brasil com sede central em São Paulo, desconhece a existência de uma unidade na Região do Alto Tietê. A informação foi divulgada ontem, pela advogada e presidente da entidade, Vanice Orlandi, após receber inúmeras denúncias sobre maus-tratos a animais, na suposta "sede" de Mogi das Cruzes, localizada na Rua dos Vicentinos, 1.013, na Vila Natal. O endereço também é a residência de José Roberto de Almeida, que se intitula delegado regional da Uipa. De acordo com ele, existem documentos que comprovam sua ligação com a associação civil. "Sou representante da Uipa de São Bernardo do Campo", garante.
O presidente da Uipa da cidade do ABC Paulista, João Vicente Netcer, reconheceu Almeida com delegado regional, mas admite que a unidade é independente e não tem ligação com São Paulo. Além disso, Netcer admite desconhecer o local onde os caninos estão sendo cuidados por Almeida. "Confesso que nunca realizamos uma visita ou vistoria na residência de nosso representante, mas pessoalmente, ele me pareceu uma pessoa de boas intenções", comenta Netcer.
A presidente da Uipa de São Paulo, por sua vez, também desconhece os trabalhos da associação em São Bernardo do Campo. "Nossa entidade conta com 35 sessões e a mais próxima de Mogi das Cruzes, além da Capital, fica no Guarujá, no Litoral Paulista. Estamos em fase final de registro dos nomes de representantes e não consta o nome de José Roberto de Almeida. Para abrir qualquer associação ligada à Uipa é necessária a autorização da unidade de São Paulo", explica Vanice.
A página do site da Uipa de São Bernardo - uipasaobernardo.org - está fora do ar, mas segundo Almeida, existem documentos que comprovam seu envolvimento com a entidade. "Tenho registro do dia 22 de março de 2005, quando ingressei na Uipa. Esta não é primeira vez que esta pessoa (Vanice Orlandi) duvida de nosso compromisso com a associação. Tenho anos de luta contra a violência animal. Precisamos é contar com mais apoio em nossa região e não de pessoas que duvidam ou recriminam nosso trabalho", destacou Almeida.
Vizinhos da residência do representante da Uipa na Cidade reclamam do mau cheiro e das péssimas condições do local. Em frente à casa é possível ver uma grande quantidade de lixo e os moradores dizem que há animais com doenças dentro do imóvel. "É um absurdo, este homem (Almeida) está doente. Já cheguei a ver um cachorro no telhado embaixo de chuva. É uma vergonha. Precisamos fazer alguma coisa urgente, para o bem dos animais", disse uma colaboradora da Uipa, que preferiu não se identificar.
Outro morador conta que o barulho dos animais também incomoda. "Às vezes, não consigo conversar dentro de casa", frisou, também sem mencionar seu nome.
Em resposta às críticas da vizinhança, Almeida explica que conta com um grupo de mais de 40 pessoas que contribuem para reduzir a violência contra animais e que todos os cachorros alojados na sede da Uipa, na Vila Natal, estão vacinados e castrados. "Os doentes recebem os devidos cuidados e não há barulho", garantiu o delegado regional.
Interrogado se haveria a possibilidade de receber a reportagem de O Diário para fotografar os cachorros em sua casa, Almeida falou que estava em um compromisso, em Atibaia, e que estaria em Mogi apenas hoje. Segundo ele, uma senhora vai duas vezes por dia alimentar os caninos e limpar a casa. Mas, novamente questionado se a senhora poderia receber a equipe de reportagem, Almeida disse que por um problema de saúde, ela não estaria em condições de recepcionar a equipe. "Estou à disposição para qualquer esclarecimento e não vejo motivos para desconfiar do nosso trabalho", finalizou José Roberto de Almeida.
A Coordenadoria de Comunicação Social informou que a Secretaria Municipal de Saúde irá apurar as denúncias sobre a residência na Rua dos Vicentinos, na Vila Natal, e encaminhar o caso aos setores competentes para que sejam tomadas as providências necessárias.

Veja lista de animais que protagonizaram resgates bizarros
















No mês passado, um gato foi resgatado pelos bombeiros após ser encontrado com um saco de salgadinhos entalado na cabeça no alto de um poste de luz em St. Petersburg, no estado da Flórida (EUA). Abaixo, o G1 lista esse e outros casos curiosos de salvamento de animais.
Gato foi flagrado com um saco de salgadinhos entalado na cabeça no alto de um poste. (Foto: Reprodução)
Em julho de 2011, um cavalo de corrida aposentado foi resgatado em Melbourne, no estado da Flórida (EUA), depois que foi encontrado dentro de uma piscina. O animal passou cinco horas na piscina e foi resgatado pelos bombeiros do condado de Brevard. (Foto: Divulgação)
Em outubro do ano passado, Um veado precisou de ajuda após ficar com os chifres enroscados na corda de um balanço em Auburn, no estado da Califórnia (EUA). O animal lutou, sem sucesso, por cerca de cinco horas na tentativa de se libertar. (Foto: Reprodução)
Em janeiro deste ano, uma gaivota foi resgatada após ficar com a cabeça presa em cabos de energia em Dartmouth, no Canadá. A ave não ficou ferida e foi solta logo depois. (Foto: Reprodução)
Em outubro do ano passado, um alce caiu em uma piscina na cidade de Manchester, no estado americano de New Hampshire, e precisou ser resgatado pelos bombeiros. (Foto: Reprodução)
Em dezembro de 2011, uma girafa caiu em uma piscina durante a gravação do programa ‘Wild at Heart’, do canal britânico ITV. A equipe de resgate precisou quebrar a piscina para conseguir libertá-la. (Foto: Reprodução)
Em setembro de 2011, um elefante bebê foi resgatado com ajuda de uma retroescavadeira após ficar preso em uma vala em Bokakhat, na Índia. O animal permaneceu no buraco por duas horas. Uma equipe de resgate levou 30 minutos para retirá-lo da vala. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
Em setembro de 2011, um alce ficou entalado em uma árvore na cidade de Gotemburgo, na Suécia, após aparentemente ficar bêbado ao comer maçãs fermentadas. (Foto: Per Johansson/AP)

Imagens Disponíveis

    

fonte: jcorreio

Grupo protesta contra maus-tratos a animais

Em São Paulo, entidade reúne assinaturas para cobrar punições mais severas contra quem agride animais




Um grupo de manifestantes realiza, neste sábado, um ato contra a crueldade cometida aos animais. O evento é realizado pelo Movimento Crueldade Nunca Mais na avenida Paulista, região central de São Paulo. 

Durante o ato, os manifestantes coletaram assinaturas para um abaixo-assinado, pedindo punições mais severas na legislação brasileira crimes contra animais.

Vários registros de maus-tratos a animais causaram protestos de entidades nos últimos anos. O mais recente foi o de uma doméstica que teria espancado um cachorro em Salvador. No final do ano passado, uma enfermeira bateu em outro cão até a morte, em Goiás. Os dois casos repercutiram fortemente na internet depois que as agressões foram veiculadas no YouTube.
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Na Tailândia, os animais de estimação também vão para o Céu


Gaspar Ruiz-Canela.
Bangcoc, 5 mai (EFE).- Na Tailândia, os donos de bichos de estimação costumam se despedir de seus animais em vistosos rituais fúnebres budistas, que abrem caminho para a reencarnação para o ser que passou por esta vida.
No templo That Thong, em Bangcoc, uma dúzia de parentes e amigos assistem compungidos as preces para Bisho, um Golden Retriever que durante os últimos 15 anos foi considerado como membro da família.
Um monge budista recita mantras no dialeto pali, que são repetidos pelos presentes, que dão as mãos entre si para realizar uma corrente positiva para a alma do animal, que após ser cremado terá suas cinzas jogadas nas águas do rio.
'Antes não podia nem ver animais, pois tinha medo, mas tudo mudou quando acolhemos Bisho com apenas dois meses de idade. Desde então, minha perspectiva sobre os animais mudou', disse à Agência Efe a matriarca da família, Indra.
Sob um calor abrasador, o cão começar a exalar um certo mau cheiro e a atrair algumas moscas, o que não impede que Indra e seu filho mais novo o acariciem e até mesmo beijem o focinho do golden retriever.
Os restos de Bisho são introduzidos para sua incineração numa câmara desenhada por Ploysing Passornsiri, fundadora da empresa Pets Crematorium, que também realiza todo o ritual funerário e auxilia no lançamento das cinzas no rio Chao Phraya.
A empresa, pioneira no serviço, realiza entre 30 e 60 funerais por mês, que representam apenas uma parte dos que são realizados diariamente em numerosos templos budistas da Tailândia, país onde os animais de estimação, desde cães até répteis, até aves e macacos, são muito valorizados.
'Fundei a empresa há três anos porque não quero que quando meu animal de estimação morra ele seja incinerado de qualquer maneira. Já organizamos funerais para peixes, serpentes, tartarugas, gatos e inclusive um ouriço', explica a jovem tailandesa, que é formada em arquitetura.
Ploysing usou suas habilidades para desenhar uma câmara incineradora na forma de uma casinha de cachorro de cor azul e com um sistema que elimina a fumaça, o que evita o lançamento de gases que causam o efeito estufa.
Os amigos de Bisho deixam um papel rosa no interior da incineradora para se despedir do animal, e colocam do lado de fora uma bandeja com fruta, comida predileta do golden retriever.
O ritual funerário completo custa entre 3.000 baht (cerca de US$ 96) e 10.000 baht (aproximadamente US$ 323), dependendo do tamanho do animal.
Cada vez mais, um número maior de tailandeses está disposto a gastar esta quantia para se despedir de seus bichos de estimação, incluindo a excursão até o rio para lançar as cinzas do animal.
Próxima a ponte de Bhumibol, na capital Manila, Chiprinai, funcionário de um herbário de medicina tradicional chinesa, e a jovem Narisara, reúnem fotografias de seus gatos mortos recentemente enquanto realizam os preparativos para espalhar suas cinzas no rio.
Após as orações budistas, com rostos tristes e algumas lágrimas, eles depositam as cinzas e flores de jasmin, rosas e cravos nas águas mansas do Chao Phraya.
'Ela não era só um animal de estimação, tinha alma e era parte da família. Compartilhei parte da minha vida com ela e acho que voltaremos a nos ver na próxima', disse Chiprinai sobre Milk, que morreu de câncer aos seis anos.
Chiprinai acredita que Milk reencarnará numa pessoa na próxima vida. Influenciados pelo hinduísmo, os budistas tailandeses acham que além da reencarnação como animais ou humanos na Terra, as almas também podem passar milhares de anos no céu ou no inferno, dependendo do carma acumulado.
Nascer como um animal é considerado um castigo e é preciso centenas de vidas antes da reencarnação num humano, embora em casos especiais alguns animais podem chegar ao céu por seus méritos.
Segundo a tradição tailandesa, a libertação final, ou o nirvana, alcançado somente por pessoas e seres divinos, interrompe os ciclos de reencarnação das almas na Terra, assim como a passagem pelo céu e o inferno, também considerados lugares temporários. EFE

Ibama apreende mais de 7 toneladas de barbatanas de tubarão, no Pará




O Ibama apreendeu 7,7 toneladas de barbatanas de tubarão – a maior apreensão do produto já realizada no país – numa empresa de beneficiamento e exportação de pescado, nesta sexta-feira (4), no Distrito Industrial de Tapanã, em Belém, no Pará.
A exportadora, que enviaria as barbatanas para a China, foi embargada e multada em R$ 2,7 milhões por fazer funcionar atividade utilizadora de recursos ambientais em desacordo com as normas legais.
Diversas vezes autuada pelo Ibama, com passivo de mais de R$ 1 milhão em multas desde 2007, a exportadora não possuía os mapas de bordo dos barcos que pescaram os tubarões, cujas barbatanas estocava, e documentos que comprovassem a venda das carcaças dos animais, então o Ibama acredita que houve a prática do finning nas capturas. “Essa prática, além de cruel, está levando algumas espécies de tubarão, como o galha-branca, à extinção”, afirma Aranha.
Ao vistoriar a empresa na manhã de hoje, porém, os fiscais encontraram em uma câmara escondida as toneladas de barbatanas.”As barbatanas obtidas por meio da pesca também eram negociadas para o exterior e enviadas em meio à carga legal de bexigas”, explica o chefe da Divisão de Fauna e Pesca do Ibama no Pará, Leandro Aranha.
Proibida por uma portaria do Ibama, o finning ocorre quando o pescador corta apenas as barbatanas e descarta a carcaça do tubarão no mar. Muitas vezes o cetáceo resiste à amputação e é jogado ainda vivo na água, mas não sobrevive.
fonte: Surgiu