sábado, 21 de julho de 2012

RS: área de minizoo terá ‘academia’ para cães





Local que abrigava animais na Redenção ganhará pista com obstáculos e areia
Esporte como o agility será oferecido para os cachorros / Jaqueline Chemale / DivulgaçãoEsporte como o agility será oferecido para os cachorrosJaqueline Chemale / Divulgação
Presentes em 76% dos lares porto-alegrenses que têm animais de estimação, os cães ganharão um espaço especial na Redenção. A área que abrigava o minizoo até dezembro passado será adaptada para receber uma “academia” para cachorros. O projeto, idealizado pela Seda (Secretaria Especial dos Direitos Animais), prevê uma pista agility – espaço com areia e obstáculos para que o cão possa se exercitar –, além de bebedouros, lixeiras e bancos.

O projeto está na fase final e deve ser aprovado pelo secretário dos Direitos dos Animais, Urbano Schmitt. Na segunda-feira, a proposta será enviada à Smam (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) e à Epahc (Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural) para que seja avaliada, uma vez que o parque é tombado. O valor do investimento ainda é desconhecido, segundo a voluntária da Seda e primeira-dama da capital, Regina Becker. “Recebemos pedidos de quem tem e não tem cachorro para que fosse criado um local específico para os animais. A ação deve agradar a todos”, afirmou a primeira- dama, que disse não ser possível prever um prazo para a instalação.

A atividade esportiva que será oferecida no espaço deve ser positiva, segundo o adestrador Jone Cardoso. “O esporte não serve apenas para treinamento, mas também para lazer e para criar vínculo entre donos e animais”, explicou Cardoso. Conforme ele, um cachorro demora até dois meses para fazer o circuito de obstáculos e no mínimo um ano para conseguir competir em campeonato.

Espaço público

Para o adestrador Ivan Brizola, o esporte é um ótimo meio de evitar sedentarismo e estresse animal, mas deve ser feito com orientação. A academia de cães oferecida pela Seda será a primeira pública da capital e deve contar com um adestrador voluntário nos fins de semana. O órgão busca agora empresas ligadas ao meio ambiente parceiras para que possam dar suporte ao projeto.

A iniciativa deve ser bem-recebida. Em Porto Alegre há o maior número de residências com animais de estimação. Segundo pesquisa realizada em 2009, 56% das famílias têm pelo menos um animal em casa. Os cães estão em 76% dos lares que têm animais. 
fonte:.band.

PAN denuncia animais à fome na Madeira


O Partido dos Animais (PAN) emitiu um comunicado admoestando todos quantos declaram ver um animal, quer seja peixe ou mamífero, como um objecto desprovido de sensações e sentimentos. A razão prende-se com o facto de lhes ter chegado ao conhecimento, "através de fonte que consideramos fidedigna mas que não pudemos confirmar", que "no Santo da Serra os cavalos dos Guardas Florestais não têm ração para serem alimentados, sendo-lhes fornecida unicamente a água, enquanto às trutas nos viveiros do Ribeiro Frio, também não lhes é dado alimento".
O PAN recorda que ainda recentemente denunciou a situação alarmante que se passava na empresa Santagro, em que animais estavam a passar fome. "Aguardamos ainda ser recebidos por diversas entidades incluíndo a Santagro, a CARAM e a DRA para nos inteirarmos acerca de como isto pôde acontecer e o que está a ser feito para se resolver a situação", refere o PAN-Madeira.
Este tipo de situações, denuncia o partido, parece ser um problema sistémico que levanta sérias questões éticas acerca do nosso relacionamento com os animais que decidimos instrumentalizar para os mais diversos fins.
Para o partido, a quantidade de suínos, bovinos ou trutas, cuja quantidade foi artificialmente aumentada para a alimentação humana, deve ser drasticamente diminuída, porque, dizem, a subsistência dos humanos não depende da ingestão da carne desses animais, a pecuária intensiva é poluidora e o sofrimento imposto aos animais é injustificado.
"No entanto, a diminuição do número destes animais deve acontecer de forma ética e nunca simplesmente abatendo-os, e muito menos deixando-os morrer à fome".
"Nesta época de crise", refere o PAN, "há muitos, empresas e famílias, que estão a passar por sérias dificuldades, não é no entanto imperativo que a crise degrade também a nossa humanidade para com ela justificarmos e condenarmos os nossos animais à morte pela fome".
Por isso, o partido faz um apelo público para que "as empresas e os empreendimentos que durante tantos anos tiraram partido da mercantilização de certo animais, saibam e consigam fazer um processo de reconversão ou dissolução da sua actividade, que garanta e respeite um fim de vida condigno aos animais que estão a seu cargo". E termina apelando ao povo madeirense para proteger os animais a bem da sua capacidade compassiva, e pela sua própria humanidade.
fonte:dnoticias

Veterinários assumem responsabilidade técnica pelo uso de animais em laboratórios de pesquisa Leia Mais: http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-saude-farmaceutico/76837-Veterinrios-assumem-responsabilidade-tcnica-pelo-uso-animais-laboratrios-pesquisa.html#ixzz21IwsUlIC


Os laboratórios de pesquisa que utilizam animais para experimentação científica e ensino, mais conhecidos como biotérios, deverão obrigatoriamente ter um profissional de Medicina Veterinária para acompanhar as atividades experimentais e responder tecnicamente pelos procedimentos. A medida foi determinada pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), órgão integrante do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio da Instrução Normativa n° 6, de 10 de julho de 2012. O Médico Veterinário é um profissional determinante, pois somente ele pode garantir e atestar a saúde, o bem estar e a segurança dos animais.
Para o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda, a normativa atende a uma preocupação antiga do Conselho. “Essa determinação do Concea é um apoio ao Conselho no cumprimento das normas de criação e uso ético de animais nos biotérios”, analisa. “A medida cria, também, um espaço importante e necessário para a profissionalização dos Médicos Veterinários ao reconhecê-lo como um profissional indispensável para garantir a segurança e assistência aos animais nos cuidados veterinários”, afirma Arruda.
A instrução normativa prevê de forma obrigatória que os biotérios tenham em sua equipe, um Médico Veterinário como responsável técnico, sendo este devidamente registrado no Conselho Regional de sua unidade federativa. Ele responderá pela assistência técnica e sanitária dos animais usados para experimentos em laboratórios.
No entanto, Arruda alerta para a importância de investimentos na formação e capacitação de profissionais especializados para atuação nos biotérios. “Temos o objetivo de estabelecer uma parceria entre o CFMV e o Concea para tratar o tema. Sem dúvida, essa questão da profissionalização de Médicos Veterinários será trabalhada em conjunto”, finaliza.


fonte: .ultimoinstante

Funcionária pública recolhe animais da rua


Ana Paula Yabiku Gonçalves
Há cerca de cinco anos, quando uma gata escolheu sua casa para esconder os filhotes, a funcionária pública estadual Liliam Faco Fernandes decidiu acolher animais abandonados pelas ruas e à procura de um lar. "Eu não planejo encontrar animais abandonados pelo caminho, são ocasiões esporádicas e imprevisíveis. Acredito que, às vezes, a vida nos testa colocando-nos frente a estes desafios para que aprendamos a dar valor à vida e conhecer melhor as pessoas que nos rodeiam", explica.
O desespero da mamãe gata, que sobrevivia à base de lixo e fugas para alimentar os quatro filhotes, abriu os olhos de Liliam sobre o quanto ficam desamparados os animais abandonados. Desde então, a funcionária pública já recolheu 16 animais: Branca, Preta, Hugo Chaves, Princesa, Raposa, Indiana, Lady Kate, Perdicão, Branquinha, Nenê, Mãezinha (e seus três filhotes), além de outros dois gatos que acabaram morrendo durante a recuperação. Destes, oito animais já foram recebidos por novas famílias, enquanto a própria Liliam adotou o restante.
Após recolhê-los, a sorocabana cuida da saúde dos animais e, em seguida, divulga cartazes pela cidade e faz contato com conhecidos para encontrar alguém que possa adotá-los. "Sempre dá certo pois existem muitas pessoas de bom coração e discernimento que faço questão de conhecer antes de apresentar o bichinho", conta. 
Quando o animal é encontrado desnutrido, com vermes e pulgas, uma primeira consulta ao veterinário e os remédios básicos custam cerca de R$ 100 para Liliam. Caso também estejam doentes, machucados ou acidentados, os antibióticos e exames diagnósticos podem ultrapassar o valor. Alguns casos são, inclusive, considerados emergentes. Já a castração, em conjunto com as medicações, custa a partir de R$ 80. "Pode parecer muito, às vezes faz falta, mas vale cada centavo. Ver um animal recuperado de um estado deplorável nos felizes braços da família adotante não tem preço", admite a funcionária pública.
Para pagar as contas dos veterinários e os remédios, Liliam faz a famosa "vaquinha" entre os amigos e pede descontos. Já chegou, inclusive, a promover rifas para levantar o dinheiro necessário para as castrações. Além disso, ela recebe apoio das famílias que abrigam os bichinhos, dos estabelecimentos que dão lugar aos cartazes, de amigos que fazem a divulgação e da Fundação Alexandra Schlumberger (Fas), que cobra um preço simbólico pelas consultas veterinárias. Os familiares de Liliam ainda oferecem apoio moral, ajudam a medicá-los e a divulgar. Alguns também já adotaram animais abandonados. "Já fui chamada de louca por recolhê-los, mas não seriam mais loucas ainda as pessoas omissas?", questiona. 
Valores e obrigações
Além da obrigação moral, estamos todos sujeitos ao cumprimento das leis relacionadas aos Direitos dos Animais. Todos eles, diz a Constituição, têm o direito de serem protegidos pelo homem e a coletividade tem o dever de preservar a vida. "É dever de cada pessoa evitar que aconteçam prejuízos aos animais. Nós somos, inclusive, agentes fiscalizadores", completa Liliam. Apesar de ser um trabalho longo e árduo, ela sabe que vai chegar o dia em que estará fazendo ainda mais pelos animais e ajudando as pessoas a agir em benefício deles. 

Ao resgatar os bichinhos, Liliam descobriu o valor de quem nos cerca. "O sentimento do dever cumprido e da verdadeira paz nos tomam nestes momentos. Entender o mundo na perspectiva do animal nos faz ver coisas essenciais que antes eram invisíveis aos olhos", finaliza. (supervisão: Estela Casagrande) 
fonte:cruzeirodosul

Dia do amigo

Cientistas descobrem que golfinhos utilizam cálculos matemáticos para estimar a distância


Foto: Thinkstock
De acordo com a Discovery News, um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, sugere que os golfinhos utilizam diversos tipos de cálculos matemáticos para estimar a distância a que se encontram de suas presas.
A inspiração para o estudo surgiu enquanto Tim Leighton, professor de ultrassonografia e acústica subaquática, assistia a um episódio do programa Blue Planet, do Discovery Channel, durante o qual ele observou que os golfinhos liberavam bolhas de ar ao redor de cardumes antes de atacá-los, formando uma espécie de rede.
Biossonar superpoderoso
Tal técnica, caso fosse utilizada pelos sonares-padrão, geraria uma enorme quantidade de “ruído” na imagem, tornando impossível a detecção de qualquer alvo com o uso desses dispositivos. Os pesquisadores, então, decidiram examinar como os golfinhos processam os sinais emitidos por seus biossonares, descobrindo que esses animais enviam sinais com diferentes amplitudes, sendo capazes de lembrar o intervalo entre cada um deles.
Isso significa que esses mamíferos, provavelmente, são capazes de multiplicar, somar e subtrair as amplitudes dos sinais emitidos para, dessa forma, estimar a distância e a localização dos cardumes com precisão, assim como diferenciar as bolhas de ar das presas. Você pode conferir mais detalhes sobre o estudo — em inglês — clicando neste link.
Além de descobrir mais uma habilidade desses animais incríveis, a novidade pode dar origem a novos tipos de sonares, capazes de distinguir objetos escondidos mesmo em águas nas quais existem muitas bolhas de ar, algo que os sonares-padrão são incapazes de fazer atualmente
Fonte: TecMundo
Comentário
Os cientista só vivem descobrindo a pólvora. O universo todo ele, não importa a forma, é inteligência pura, só a raça denominada humana atrofiou a capacidade nata da ua inteligência porque entregou aos outros sua vida: ao Papa, aos pastores, aos cientistas, aos político, aos pais, aos amigos, aos marido e por aí vai....

Polícia Militar Ambiental prende homem por matar capivaras


O operador de máquinas A.C.M. (37) foi preso pela Polícia Militar Ambiental, na tarde desta quinta-feira (19/07), em um local próximo a uma empresa de nutrição animal na Zona Rural de Rondonópolis. O homem foi encaminhado ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC) depois que afirmou que atirou em duas capivaras e tinha a intenção de comer parte dos animais e o resto iria distribuir aos colegas de serviço.
A Polícia Militar Ambiental recebeu denúncia de que pessoas realizavam uma colheita e animais se assustavam com o barulho das máquinas. Os policiais foram informados que em cima de uma das máquinas havia uma espingarda que os suspeitos usavam para efetuar disparos.
Diante disso, a guarnição foi até a localidade na Zona Rural e encontrou duas capivaras abatidas e quando a máquina agrícola foi revistada, a espingarda foi localizada.
O operador de máquinas A.C.M. explicou que estava trabalhando e viu as duas capivaras que foram para uma moita. A.C.M. então resolveu ver o que aconteceu e disse que percebeu que os animais estavam feridos e, em seguida, matou os bichos.
Além dos animais e da espingarda, a Polícia Militar Ambiental apreendeu um carregador com quatro munições intactas. O homem A.C.M. foi levado ao Cisc para registro do Boletim de Ocorrência (BO).
Fonte24 Horas News

Snap feliz feriado

foto/divulgação/Facebook
(Para o mundo ver e conhecer a família poderosa! Aqui está , vejam, divirta-se e jugue o ser humano como ele merece, só que a sentença é dada pela vida a cada um por seus atos.)


Girafas baleado para férias em família 'diversão'!

Uma família posa para um
Girafas baleado para férias em família 'diversão'!

Uma família posa para um snap feliz feriado - orgulhosamente de pé ao lado da girafa, que eles só tem tiro morto para o esporte.Turistas como estes estão pagando milhares de libras para caçar legalmente girafa, elegantes, gentis gigantes do reino animal.

Muitos tomam cabeças dos animais casa como troféu doente de sua "aventura" de África.

Girafa especialista Dr Julian Ferrari disse: "alguns vêm da Grã-Bretanha, mas a grande maioria são da América do Norte, Alemanha, Rússia e Escandinávia. Alguns caçadores só gostam de ter fotos tiradas ao lado da girafa morta. Mas outros pagam taxidermistas para montar a cabeça, para que eles podem levar para casa como recordação. Ou eles podem querer tirar a pele."

Os caçadores de pagam até £10.000 para as expedições de caça-girafa, direcionadas para os machos maiores. Clubes de Safari e reservas de caça pedem uma taxa de troféu de £1.500 e adicionar £1.000 por dia para guias e rastreadores.

A população de girafa tem quase pela metade desde 1988 — queda de mais de 140.000 para menos de 80.000.

Agora, eles são pensados para ser extinto em lugares como Angola, Mali e Nigéria. Mas em África do Sul, Namíbia e Zimbabwe ainda é legal para caçá-los.

Joe Duckworth, A Liga contra o Cruel esportes, disse: "é extremamente egoísta para matar estes animais. Custa a crer algumas pessoas mais aceitável para matá-los para ter sua foto com o animal morto. "

Fonte: Sol


Leiam: 
Price for Giraffe: $ 3800
Price for Elephant: $ 34 000
Price for male Lion: $ 22 000
or why not kill a Zebra for just: $ 1750!

See link (scroll down) for price list of all animals:
http://www.africanskyhunting.co.za/pricelist.htm

Recolhimento de animais de grande porte tem resultado positivo em BM Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,60015,Recolhimento-de-animais-de-grande--porte-tem-resultado-positivo-em-BM.html#ixzz21H9xkHDK



Barra Mansa

Em funcionamento desde setembro do ano passado, o trabalho de recolhimento de animais de grande porte realizado pela Prefeitura de Barra Mansa tem alcançado retorno positivo no município. Além de cumprir a legislação, o objetivo da ação é evitar a presença de animais - principalmente equinos e bovinos - soltos em vias públicas da área urbana da cidade, o que pode acarretar danos ao patrimônio, problemas de saúde pública, risco de acidentes e perturbação da população.

De acordo com o coordenador da Vigilância Ambiental, Antônio Marcos Rodrigues, a média de recolhimento, quando o trabalho foi lançado, era de 15 animais por mês. Já hoje, esse número não passa de 5.

- O trabalho de recolhimento está atingindo um resultado positivo e o número de apreensão de animais caiu muito. Isso se deve tanto a ação efetiva da equipe que os retira das ruas, quanto a conscientização dos proprietários desses animais que, agora, passaram a se adequar e a cercar melhor suas propriedades, evitando que eles saiam para a via pública - explicou Antônio Marcos.

De acordo com o coordenador, todo o trabalho de recolhimento é terceirizado e feito pela empresa Cirac (Centro Integrado de Recolhimento, Assistência e Controle Animal). A empresa é formada por profissionais qualificados e possui equipamentos adaptados para esse tipo de trabalho. "A Cirac possui ótimas instalações e oferece condições dignas para os animais que são apreendidos", ressalta o coordenador, ao explicar que todos os que forem recolhidos receberão um chip de identificação.

Para resgatar seu animal, o proprietário deve pagar uma multa que pode variar de 121 a 405 UFIRs, além de uma taxa obrigatória de R$ 70, mais R$ 30 para o exame que vai verificar se o animal possui Anemia Infectuosa Equina e a guia de transporte. "O prazo para o animal permanecer no centro é de sete dias e, vencendo esse período, ele poderá ser doado ou leiloado. Os proprietários estão conscientes de que se deixarem os animais soltos poderão ter prejuízos financeiros e estão optando pela prevenção", salientou o coordenador.

Ainda segundo Antônio Marcos, o responsável pelo animal recolhido é registrado na 90ª Delegacia Policial por perturbação à ordem pública e por abandonar animais em vias públicas. A população que quiser contribuir com o trabalho da Vigilância Ambiental, denunciando animais soltos em vias públicas, pode entrar em contato pelo telefone: 3322-6358.

fonte: diariodovale.uol

Nova edição do Amigo Bicho será na Praça do Japão


Será na Praça do Japão, neste sábado (21), a oitava edição da Feira Amigo Bicho. Durante todo o dia, equipes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente farão microchipagem, orientação sobre guarda responsável de animais e também doações de animais.
A primeira edição da feira aconteceu em 2011. Como resultado, quase dois mil microchips já foram instalados em animais domésticos e cerca de 15 mil pessoas receberam orientações. “O evento é um diferencial na sensibilização e conscientização da população”, afirma o diretor do departamento de Pesquisa e Conservação de Fauna da Secretaria de Meio Ambiente, Alfredo Trindade.
Ele conta que a feira começou com pequeno porte, mas foi bem aceita pela população e cresce a cada edição. Trindade informa ainda que a expectativa da secretaria é realizar pelo menos quatro edições a cada ano, percorrendo todas as regionais da cidade.
Um dos pontos altos da feira é a microchipagem gratuita. Aplicados no dorso dos animais, os microchips contem todas as informações, incluindo dados do proprietário. Os donos de animais interessados no serviço deverão apresentar carteira de identidade, CPF e comprovante de endereço.
Outra atividade programada é o teatro de fantoches da Universidade Federal do Paraná,  que irá abordar fauna urbana e zoonoses: a cidade e seus bichos. Haverá duas apresentações gratuitas, programadas para às 11 e 15 horas.
Também estará presente o ônibus Castramóvel: unidade que faz cirurgias de castração de animais. Durante o evento, sua finalidade será apenas demonstração e orientação sobre o funcionamento deste serviço da Prefeitura, feito em parceria com a Universidade Federal. Não serão realizadas castrações durante a feira.
O evento Amigo Bicho também levará aos visitantes da feira orientações sobre guarda responsável e sobre os parasitas mais comuns em pessoas e cães. Haverá ainda doação de animais resgatados por ONGs de proteção, como Amigo Animal e Probem. Mais informações no site www.protecaoanimal.curitiba.pr.gov.br
Serviço
Evento Amigo Bicho Regional Portão, bairro Água Verde
Data: 21 de julho
Local: Praça do Japão (entre a rua Francisco Rocha e as avenidas Sete de Setembro e República Argentina)Das 9 às 17 horas
** obs: os proprietários dos animais a serem microchipados devem levar RG, CPF e comprovante de residência de Curitiba. Não haverá castração de animais durante o evento. 

Nossa dívida com os animais da Amazônia


O ritmo do desmatamento da Amazônia está desacelerando, o que é uma boa notícia. Mas, segundo um artigo publicado nesta quinta-feira (12) na Science, esse desmatamento do passado criou uma espécie de dívida que não será nada fácil pagar.
Os pesquisadores Oliver Wearn, Daniel Reuman e Robert Ewers criaram um modelo de computador para calcular o que eles chamam de “débito de extinção”. O conceito é simples. Segundo eles, as espécies não desaparecem no mesmo momento em que ocorre o desmatamento. Quando uma área é desmatada, aves, mamíferos e anfíbios fogem e buscam um novo habitat. Muitas espécies não conseguem resistir a essa transição, outras não se adaptam ao novo ambiente ou enfrentam predadores. O resultado é que as espécies acabam desaparecendo anos ou décadas depois do desmatamento.
O estudo usou os dados de desmatamento do Inpe entre 1978 e 2008. O “débito” desse desmatamento será cobrado no futuro: no cenário mais pessimista, os pesquisadores calculam que pelo menos 15 mamíferos, 30 aves e 10 anfíbios serão extintos até 2050. No cenário otimista – caso o Brasil coloque em prática a meta que se comprometeu em Copenhague, de reduzir 80% do desmatamento – esse números caíriam para 10 mamíferos, 20 aves e 8 anfíbios.
Apesar das previsões negativas, os pesquisadores acreditam que o estudo cria uma oportunidade para reparar essa dívida com os animais. Sabendo que o pior ainda está por vir, o governo brasileiro pode colocar em prática planos de conservação para evitar a extinção das espécies amazônicas.
Foto: Mario Tama/GettyImages
(Bruno Calixto)
fonte: revistaepoca

Biólogo explica em livro como pensa um cão


m Cão senso, John Bradshaw reúne de forma simples e objetiva as pesquisas mais recentes sobre os cães, desmistificando conceitos do adestramento clássico e esclarecendo minuciosamente cada fato importante descoberto pela ciência moderna.
“Ao descortinar a vida interior dos cães, a nova escola da ciência do comportamento canino tem o potencial de proporcionar aos tutores de cachorros novas maneiras de pensar sobre seus animais de relacionar-se com eles”, afirma Bradshaw.
O fundador e diretor do renomado Anthrozoology Institute revisita as origens do cão e desconstrói a prática da zoologia comparada em que o comportamento do lobo é a referência para a interpretação das atitudes dos cães. Ele mostra que o primeiro é motivado pela vontade de dominar e o segundo pela ansiedade. John Bradshaw explora o que pode ser chamado de “força cerebral” dos cães e explica que “a nova ciência revela que eles são mais espertos e mais tontos do que sempre pensamos”
John Bradshaw é biólogo, fundador e diretor do renomado Anthrozoology Institute, baseado na Universidade de Bristol. Ele estuda o comportamento dos cães domésticos e seus tutores há mais de 25 anos e é autor de vários artigos científicos, pesquisas e resenhas, que não apenas lançaram nova luz sobre as habilidades e necessidades caninas, mas mudaram a maneira pela qual os cachorros são compreendidos e cuidados no mundo todo.
Foto: Divulgação
Cão senso (Dog sense)
John Bradshaw
Tradução: José Gradel
Editora Record
406 páginas
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 49,90

Governo autoriza medicamento genérico e similar para uso veterinário


O governo federal decidiu autorizar o registro, a prescrição e o uso de medicamentos genéricos e similares por animais no país. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (20).
A lei 12.689, de 19 de julho, vale para substâncias químicas, biológicas ou geneticamente modificadas encontradas em remédios, vacinas, antissépticos, aditivos, produtos para embelezamento e itens de aplicação ambiental, como pesticidas e desinfetantes.
A nova medida diz que essas drogas veterinárias podem ser usadas individual ou coletivamente, de forma direta ou misturada a alimentos, para prevenir, diagnosticar, tratar ou curar doenças.
Todos os produtos farmacêuticos genéricos ou similares devem ter sua eficácia, segurança e qualidade comprovadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que deverá coletar amostras desses compostos e também vai se encarregar da fiscalização.
Os medicamentos genéricos são representados por seu princípio ativo e custam menos que os chamados “de referência”, pois não têm marca. Os similares também são mais baratos, mas informam um nome fantasia e o composto ativo, após o vencimento da patente do laboratório que a detém. Ao contrário do genérico, o similar pode não ser “bioequivalente” ao produto de referência, ou seja, igual quanto a efeitos, segurança e eficácia.
Ambos os remédios, porém, devem ter os mesmos princípios ativos, indicação terapêutica, concentração, forma, via de administração (oral, injetável ou para passar na pele) e dosagem que os de marca. Mas podem se distinguir em características como tamanho, formato, embalagem, rotulagem, prazo de validade e substâncias usadas na fórmula para “ligar” ou dissolver outras.
Além da comercialização de medicamentos genéricos para animais, a resolução federal fala sobre a promoção de programas técnico-científicos para melhorar a qualidade e a eficácia dos remédios veterinários no Brasil.
Fonte: G1

Gato sobrevive a travessia do Pacífico sem comida


Foto © AFP
Um gato bebé de apenas 3 meses conseguiu sobreviver a uma viagem de cerca de 10.450 quilómetros sem comida nem água. O pequeno animal ficou preso num contentor de um navio de carga que fazia a travessia do Pacífico entre a China e os Estados Unidos.
Segundo avança a agência AFP, o gatinho, de pelo mesclado branco e laranja, chama-se Ni Hao – “Olá” em mandarim – e já se encontra a salvo num centro de recuperação da Califórnia. O animal foi encontrado num contentor vindo da cidade de Shangai e ultrapassou a dura viagem de duas semanas pelo Oceano Pacífico sem quaisquer mantimentos.
Quando foi descoberto, Ni Hao estava demasiado fraco para conseguir, sequer, manter-se de pé. No entanto, o gato mostrou ser um lutador e, neste momento, já conseguiu dar os primeiros passos, mostrando estar num bom caminho para a total recuperação.
Marcia Mayeda, diretora do Departamento de Controlo e Cuidado Animal de Los Angeles, revelou que o pequeno gato “já cumprimentou a equipa médica a miar esta manhã [20 de Julho]”, o que é um bom sinal. O período de quarentena nestes casos ronda os 60 dias, mas pode ser adaptado conforme a evolução do animal.
Até agora os oficiais não sabem como Ni Hao entrou no contentor. A equipe encontra-se, atualmente, à procura de uma família que queira adotar o gatinho e dar-lhe todos os cuidados que ele irá precisar nos próximos tempos.

Cachorro sobrevive após oito dias preso em contêiner que ia para a Índia


Bolinha passou oito dias presa em contêiner (Foto: Divulgação / Receita Federal)
Se em um momento de puro azar uma cadelinha assustada com fogos de artifício resolveu se esconder em um contêiner, que seria lacrado em seguida, pode-se dizer que por muita sorte a cachorra foi encontrada bem, oito dias após o incidente. Bolinha, como a cachorra é chamada, viajou de Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, até o Porto de Santos, no litoral do estado, onde foi encontrada por funcionários da Alfândega. A cachorra foi encontrada no dia 4 de julho, mas a história foi divulgada apenas nesta quinta-feira (19) pela Receita Federal.
Uma empresa do interior paulista despachou para exportação uma máquina agrícola desmontada, acondicionada em doze contêineres. O equipamento seria enviado para a Índia. Durante 30 dias, esta mesma empresa havia efetuado mais de 20 exportações para diversos países e nenhum destes despachos havia sido alvo de conferência fiscal.
O destino de Bolinha parecia certo mas, poucas horas antes do contêiner ser enviado para a Ásia, a carga acabou sendo selecionada para passar por uma conferência física. O servidor responsável pela conferência decidiu abrir todas as cargas e, para surpresa dos funcionários, a cadela vira-lata, de cor preta, saiu correndo do compartimento, bastante assustada. Após a inspeção do contêiner, funcionários encontraram algumas caixas de papelão bastante roídas, e concluíram que o animal comeu o papelão em desespero por causa da fome.
Bolinha foi alimentada e levada ao veterinário. Funcionários da Alfândega entraram em contato com a empresa responsável pelo despacho da carga e descobriram que a cadela estava sendo procurada em Espírito Santo do Pinhal. Bolinha era a mascote do galpão da fábrica. Comovidos com a história de sobrevivência, o dono da fábrica pediu para um motorista buscar a cachorrinha e levar de volta para o interior de São Paulo.
Fonte: G1


Austrália cogita exterminar tubarões-brancos


Cinco ataques fatais a banhistas por tubarões-brancos em dez meses estão fazendo os australianos discutirem se continuam protegendo essa espécie de tubarão ou começam uma política de extermínio nos mares da Austrália.
O último ataque foi no sábado dia 14 ao surfista Benjamin Linden, que foi morto e, segundo o relato de um homem que andava de jet-ski e assistiu à cena, teve o corpo cortado ao meio. Isso ocasionou o fechamento das praias da costa oeste australiana e uma perseguição ao tubarão que matou o rapaz.
A pretensão de começar a matar os tubarões começou do ministro da pesca da Austrália Ocidental, Norman Moore, que havia pedido ao governo australiano que revisse a proteção legal dada desde 1997 ao tubarão-branco. E a imprensa daquele país vem cogitando a possibilidade de revogar a proibição da caça a essa espécie.
Em outras palavras, querem evitar mortes com mais mortes, como se a vida dos tubarões fosse inferior à vida humana e não existissem meios de verificar que problemas de cunho ecológico podem estar ocasionando essa escalada de ataques.
fonte: TVI24
Comentário
O mar é a residência dos tubarões. O quê um animal humano estava fazendo por lá? Distraindo-se!
Os Reis do Universo e suas pretensões esquizofrênicas, menininhos mimados...

ONG pede que encantadores de serpentes usem répteis falsos durante festival

Índia


Em outra ação da Peta, feita na cidade indiana de Hyderabad nesta sexta (20), jogadora de badminton Jwala Gutta e voluntária da ONG vestida de elefante pediram boicote aos zoológicos (Foto: Mahesh Kumar A./AP)
A organização internacional de proteção aos animais Peta (sigla para Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais) pediu nesta sexta-feira (20) que os encantadores de serpentes na Índia usem répteis de mentira em suas atuações durante um festival que começará na semana que vem.
Em comunicado, a organização não governamental (ONG) denunciou que as serpentes costumam ser maltratadas no festival hindu Naag Panchami, feito em homenagem à espécie e celebrado em vários pontos do país.
“Não há lugar em uma sociedade civilizada para arrancar os dentes das serpentes ou costurar suas bocas”, criticou o coordenador da Peta na Índia, Chani Singh.
Segundo a organização, os encantadores também obrigam frequentemente os répteis a beberem leite, o que provoca desidratação e às vezes leva os animais à morte semanas depois. Além disso, as glândulas que contêm o veneno das serpentes são perfuradas com uma agulha quente.
A Peta fez um pedido à instituição que representa os encantadores na Índia para que sejam usados répteis falsos. “Não caçamos serpentes nem organizamos o festival. Somos contra a crueldade”, disse à Agência Efe o porta-voz da instituição, Sandeep Mukherjee.
O porta-voz acrescentou que os encantadores de serpentes “não têm outra maneira de ganhar a vida” e pediu que o governo ajude a categoria, composta de milhares de pessoas.
Desde 1972, é crime na Índia capturar, maltratar ou matar serpentes, embora a legislação do país não tenha sido respeitada nos últimos anos e seja possível encontrar encantadores em diversos lugares.
Fonte: G1

Carro atropela cavalo e foge sem prestar socorro


Na madrugada de quinta-feira (19), por volta de 2h30min, um cavalo foi atropelado por um veículo modelo Palio, cor verde, no quilômetro 8 da Rodovia Augusto Montenegro, em Belém (PE), sentido Icoaraci-Entroncamento. Segundo uma testemunha que viu o momento do acidente, o motorista fugiu do local. O Corpo de Bombeiros foi acionado por dois ocupantes que passavam pelo local e se comoveram com a situação do animal.
O vigia noturno, Jessé do Nascimento, 55, contou como aconteceu o acidente. “Eu trabalho aqui próximo, reparando uma igreja durante a madrugada e, ouvi o carro colidindo contra o animal. Quando olhei o carro estava indo embora. Era um Fiat Palio, cor verde. Só não consegui anotar a placa. Com certeza, este cavalo é de alguma estância das proximidades. O tutor o soltou para dar uma volta e acabou sendo batido pelo carro”, disse.
O vigia noturno foi ao local e com a ajuda de um colega de trabalho retirou o cavalo do meio da pista, evitando que ele fosse atingido por outros veículos. A pancada do veículo foi no quadril do animal que o deixaram sem movimentar as patas traseiras.
Duas pessoas que passavam pelo local se comoveram com a situação e acionaram o Corpo de Bombeiros. Porém, até o início da manhã de ontem, o animal permanecia deitado na beira da rodovia sem qualquer socorro.

Prefeito de Sorocaba (SP) está preocupado com a imagem do veterinário do CCZ


“Quem vai se responsabilizar pelos danos morais causados aos profissionais das equipes de Saúde”? É o que questionou, nesta quinta-feira (19), o prefeito de Sorocaba Vitor Lippi, no início da coletiva de imprensa, convocada após as centenas de manifestações de cidadãos, revoltados com as mortes dos 30 animais. Os corpos foram encontrados, anteontem, no freezer da Unidade de Controle Animal da Zoonoses, retirados e fotografados por protetores de animais.
As imagens dos 27 cães (24 filhotes e três adultos) e três gatos foram divulgadas, de forma viral, na rede e fomentaram diversos tipos de comentários.
Até uma página do Facebook foi criada referindo-se ao prefeito como assassino.
O veterinário da Zoonoses, José Luis Chiquito, diz que há um cadastro de cada um dos animais que entra na entidade. Por exemplo, dos 24 filhotes, 10 foram sacrificados no dia 17 de julho e 14 na semana anterior. Dos três gatos encontrados, um morreu porque tinha sido atropelado, um estava com suspeita de raiva e o outro tinha amanhecido morto.
Chiquito explicou que a coleta dos corpos dos animais é feita por uma empresa especializada e que ela não recolhe um corpo apenas. “Por isso, os animais ficam no freezer. Isso acontece em qualquer Zoonoses, de qualquer cidade”, explica.
Investigação
O caso está sendo apurado pela Delegacia Especializada de Proteção Animal de Sorocaba e pelo Ministério Público.
“Eu instaurei inquérito civil hoje [ontem] para apurar o ocorrido”, conta o promotor público Jorge Alberto de Oliveira Marum. Assim que receber o ofício do Ministério Público, a Prefeitura de Sorocaba terá 30 dias para dar todas as explicações.
A delegada Cássia Almagro Mezzono diz que ontem mesmo começou a ouvir depoimentos de protetores de animais, voluntários de ONGs (organização não-governamental) da cidade.“Cinco cachorros e um gato foram encaminhados para a necrópsia e o laudo deve sair em até 30 dias”, afirma. Para esse exame são retirados os órgãos dos animais e enviados para um laboratório que é fora de Sorocaba.
Se for constatado que os animais estavam saudáveis ou que não houve motivo para o sacrifício, a polícia civil responsabilizará o responsável pela determinação das mortes, de acordo com o Artigo 32, parágrafo segundo, da Lei 9605.
Marum lembra que há alguns anos atrás, houve uma denúncia de maus-tratos à animais na Zoonoses. “Fizemos a investigação junto como Ibama e com o Conselho Regional de Medicina Veterinária, mas na época nada foi constatado”, diz.
Fonte: Rede Bom Dia

ONG cria base nacional de dados de resgate a animais vítimas de catástrofe natural

Portugal

Da Redação
Neste momento, Portugal sofre incêndios em algumas regiões. Quase ninguém se lembra de que não são só os humanos e os seus bens que são afetados. São muitos animais que não têm como se salvar e se defender, pois são os últimos sempre a serem ajudados, e quando se fala nas mortes de animais é quase sempre porque eram o ganha-pão dos seus exploradores.
A Associação ANIMAL pede a quem tenha algum tempo livre e tenha experiência na área do socorro a animais, para procurar a corporação de bombeiros mais próxima, e além de oferecer ajuda aos “soldados da paz”, ofereça também os seus préstimos para ajudar a resgatar animais que estejam sendo afetados pelo fogo.
A ANIMAL pede ainda às/aos médicas/os veterinárias/os para que considerem oferecer os seus serviços a esses animais. Temos que ser pro-acivos, e por isso decidimos iniciar já um movimento de apoio e solidariedade àqueles que são sempre os últimos em quem se pensa nestes eventos, diz Rita Silva, presidente da ANIMAL.
A associação criou uma base nacional de dados de voluntários com experiência em resgate e apoio a animais e médicos-veterinários que queiram oferecer o seu apoio em situações de catástrofe natural (como está a ser o caso).
Quem quiser colaborar pode enviar email para campanhas@animal.org.pt .
fonte:anda

Vídeo flagra mãe ursa salvando filhote


Um vídeo que tem circulado na internet mostra o instinto maternal de uma mãe ursa com a sua cria.
O pequeno urso polar não conseguia subir para um bloco de gelo e foi nesse momento que a progenitora o ajudou puxando-o para junto dela.
O vídeo captado por um cruzeiro, e mais tarde partilhado no Youtube, está  atraindo atenção de milhares de pessoas.
Confira o vídeo:
Fonte: Sol

Capivaras que vivem ‘espremidas’ causam polêmica

Rio Preto / São Paulo

Uma polêmica ganhou espaço e abriu rodas de debates desde a última sexta-feira, em Rio Preto. A prefeitura começou a instalar grades ao redor dos Lagos 2 e 3 da Represa Municipal para evitar que as capivaras, que vivem no local, invadam ruas e avenidas, sendo vítimas de acidentes.
O problema é o espaço reservado para as capivaras, considerado pequeno. Em alguns trechos, a distância da grade à margem é menor um metro. Serão 4,2 mil metros de grade que vão cercar a Represa. O serviço vai custar R$ 336 mil e de deve ser concluído até setembro.
A medida não foi bem recebida por biólogos, que consideram a atitude irregular e inapropriada para o animal. A Secretaria de Meio Ambiente, no entanto, rebate dizendo que as cerca de 150 capivaras não serão prejudicadas.
O zoólogo Arif Cais, da Unesp de Rio Preto, diz que o correto seria retirar os roedores da Represa. “Elas têm carrapatos que podem transmitir febre maculosa. O local não é apropriado para capivaras. O certo é tirá-las da Represa com autorização do Ibama e soltá-las no meio ambiente”, diz.
Arif explica que a alimentação dos animais será prejudicada pela falta de espaço. “Vai prejudicar o ambiente e a capivara não vai se alimentar. Não é a solução definitiva”, afirma.
Adalberto Amaral, que faz parte da Ajudaa, ONG protetora dos animais, foi o único a concordar com a decisão. “A solução atende a exigências legais. Como elas [capivaras] são silvestres podem descer e subir o rio”, afirma Amaral, que é candidato a vereador pelo PSB, partido do prefeito Valdomiro Lopes.
O biólogo Douglas Alexandre Leonel diz acreditar que a cerca ajudará a evitar acidentes, mas o espaço para os roedores é pequeno. “O gradil é uma construção viável. Mas, na prática, estão colocando as grades a um metro de distância da margem da Represa. Vai provocar um estresse no animal, que vai perder o habitat”, diz. Pelo menos 13 portões serão instalados na Represa Municipal, que ficarão fechados com cadeados. A grade tem um metro de altura e malha de 10 centímetros. A empresa que venceu a licitação da prefeitura é a paulistana Shopsigns.
Outro lado
O engenheiro César Passarelli, que trabalha na Secretária de Meio Ambiente e Urbanismo, diz que, em alguns pontos, como em frente ao Júpiter Olímpico e ao Sesi, haverá mais espaço para as capivaras, com uma distância que varia entre 5 a té dez metros entre o lago e a grade “Está estreito em alguns pontos, mas vamos deixar mais largo em alguns pontos para que o animal possa buscar alimentos”, diz.
Passarelli disse também que, na falta de grama para pastagem no Lago 2, os animais poderão ir para o Lago 3. O Lago 3 também será cercado e, em quase toda extensão, também terá aproximadamente um metro de distância entre o lago e a grade.
O engenheiro afirmou ao BOM DIA que a decisão em cercar os lagos surgiu após as “invasões” das capivaras. “Os animais atravessavam a avenida, entravam em casas e terrenos e eram atropeladas. Isso não vai acontecer mais”, diz. A Secretária de Meio Ambiente e Urbanismo informou ao Bom Dia que cerca de 40 metros de cerca estão sendo instaladas por dia.

Joalherias em Nova York são punidas por venderem produtos de marfim

Por Patrícia Tai (da Redação)

Foto: Manhattan DA's Office
Dois joalheiros vendiam pulseiras de marfim, pingentes e estátuas feitas a partir das presas de elefantes ameaçados de extinção, disseram promotores na semana passada, quando os homens admitiram o crime ambiental.
Mukesh Gupta, Johnson Jung-Chien Lu e suas empresas confessaram a comercialização de produtos de marfim, que somavam o total de 2 milhões de dólares, e pagaram um total de 55 mil dólares para ajudar a Wildlife Conservation Society no trabalho de preservação dos elefantes.
Os advogados dos joalheiros enfatizaram que os homens admitiram que apenas vendiam marfim extraído de animais no período anterior à Lei que os declarou como protegidos, em 1970.
Mas autoridades e especialistas em conservação disseram que grande parte do marfim foi, sem dúvida, mais recente, e que estocá-los nas lojas de diamantes em Manhattan inerentemente contribuiu para um crescimento preocupante no comércio de marfim.
“Os caçadores não devem ter um mercado em Manhattan”, disse o Procurador Cyrus R. Vance Jr em uma entrevista coletiva, em pé diante de uma mesa cheia de anéis e pulseiras de marfim, e presas completas, além de pequenas estatuetas esculpidas de elefantes a partir dos quais as autoridades dizem que tudo aconteceu.
“Se olharmos apenas para esta questão como, ‘Ei, eu não tinha permissão’, e você ignorar as conseqüências”, Vance acrescentou,”você estará alimentando o comércio de crime ambiental. Você estará incentivando e promovendo a extinção de espécies. ”
Apesar dos esforços internacionais para banir a colheita de marfim, ela ocorre ainda devido à procura de jóias, esculturas e outros itens, disseram as autoridades. Embora as estimativas e cálculos sejam complicados, um relatório de Junho da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagens disse que as descobertas mostram um aumento da caça de elefantes na última década.
A Lei ambiental do Estado de Nova York lei proíbe a venda ou a oferta de marfim sem uma autorização especial.
Obter a autorização requer a prova de que o marfim tenha sido colhido antes de os elefantes terem sido listados como espécies em perigo ou ameaçadas. O elefante asiático foi classificado como “em perigo” em 1976, e o seu homólogo Africano foi listado como ameaçado em 1978.
Gupta, de 67 anos, é presidente do Raja Jóias Inc., um fornecedor de pérolas, diamantes e outras pedras preciosas incomuns, de acordo com seu website.
Como parte de um acordo judicial que irá poupá-lo de tempo de prisão ou liberdade condicional, ele e a empresa entregaram cerca de 2 milhões de dólares em marfim e pagaram 45 mil dólares para a Wildlife Conservation Society, que é conhecida por seus esforços para preservar animais selvagens ao redor do mundo.
O advogado de Gupta, David Holland, disse que pelo menos parte do marfim que seu cliente tinha à venda pode ser anterior à década de 70. Ele e o advogado de Lu, Ronald G. Russo, se recusaram a especificar onde os joalheiros tinham conseguido o marfim.
Lu, 56, comprou os itens de marfim, “ele sabia que os itens eram feitos de marfim de elefante, e ele descreveu-os como tal aos clientes”, Russo disse a um tribunal.
Lu e sua empresa, a New York Jewelry Mart Corp., estão entregando até 120 mil dólares em marfim e pagando 10 mil para a Wildlife Conservation Society.
fonte:anda