sábado, 17 de novembro de 2012

Chinês obriga porcos explorados a saltarem de 3m de altura diariamente


Foto: Stringer/Reuters
Em um vilarejo na província na Hunan, na China, uma rotina sádica faz com que o sofrimento dos porcos escravizados para consumo se torne ainda maior.
Huang Demin, o responsável pela ideia cruel, obriga os animais a mergulharem de uma plataforma de 3m de altura, alegando que isso modifica o sabor da carne.
Além de serem explorados e criados para a morte, esses porcos são submetidos a essa rotina diária atroz. Literalmente torturados, passam suas vidas nessa cadeia de sofrimento, com sua liberdade e integridade violada, unicamente para servir aos interesses dos homens.
Não bastasse terem como destino a morte dolorosa, esses animais são vítimas de humanos que visam apenas o lucro, não importando se, para isso, seja preciso submeter seres inocentes a um sofrimento desnecessário para depois tirar-lhes a vida.
Foto: Stringer/Reuters
Foto: Stringer/Reuters
fonte:anda

Projeto de Lei que pede proibição dos rodeios é aprovado em Santos Dumont (MG)


da Redação)
Na cidade de Santos Dumont, na Zona da Mata, não haverá mais rodeios. A Câmara Municipal aprovou, na quarta-feira (14) projeto de lei que proíbe essa modalidade esportiva, comum em eventos rurais. Segundo o vereador Labenert Mendes (PT), um dos autores da proposta, a proposição foi encaminhada ontem para sanção, e, caso seja vetada pelo prefeito Evandro Nery (PT), a Câmara vai derrubar o veto.
Pelo projeto, também estão proibidas touradas e vaquejadas, que expõem os animais ao sofrimento. Mendes esclarece que a proposta, apresentada a pedido da Associação de Defesa dos Animais de Santos Dumont (Asdan), foi referendada pela população em audiência pública, que contou, inclusive, com a participação de representantes da Federação Estadual de Rodeios.
Circos
O vereador acrescentou que essa medida dá continuidade ao trabalho de proteção aos animais que vem sendo feito na cidade. Em seu primeiro mandato, um projeto de lei de sua autoria proibiu a apresentação em Santos Dumont, de circos que utilizam animais.
fonte: anda

CiU quiere cambiar la ley para blindar los correbous


Con la nueva normativa se amplía el tiempo en el que el bou embolat' deberá soportar el fuego.-MIQUEL GUILLOTQUEL GUILLOT




Los nacionalistas se escudan en la "tradicionalidad" del festejo




CiU resultó decisiva el 28 de julio de 2010 en el Parlament para conseguir la histórica prohibición de las corridas de toros en Catalunya. Ahora, sin embargo, la federación nacionalista propone el blindaje de las otras fiestas protagonizadas por los toros, los llamados correbous, muy arraigados en numerosas poblaciones del sur de Catalunya.
La federación que gobierna la Generalitat ha entregado a todos los grupos parlamentarios catalanes una propuesta de "regulación que rige las fiestas tradicionales con toros" que modifica la ley actual para, entre otras cosas, ampliar del tiempo que los toros pueden portar las bolas de fuego en las astas y el polémico concepto de "tradicionalidad". Según las asociaciones animalistas, se busca así una ley "hecha para los taurinos", que otorga facilidades a la celebración de "este tipo de maltrato animal" y dificulta la denuncia de las malas prácticas.
La redacción del texto, que define los correbous como "celebraciones populares singulares, excepcionales y con importancia significativa para el municipio", se dio por finalizada a finales de noviembre, pero los grupos animalistas prevén que vea la luz pública en febrero.
Aïda Gascón, portavoz de la ONG Anima Naturalis, considera que "la ley está hecha para el disfrute de los torturadores de animales" y denuncia cierta arbitrariedad en la concesión de licencias, ya que, como recoge el texto, la validación del permiso tan sólo depende de si "la persona titular de la delegación territorial de la Generalitat" considera justificada y suficiente la "tradicionalidad" del acto.
Con la ley todavía vigente aprobada en 2010, se debe acreditar que se ha realizado el festejo hasta 60 años atrás. CiU propone anular la limitación temporal. "Se considerará tradicional si se ha organizado hace 500 años, cuando si ha desaparecido es porque no es tradición", explica Gascón.

30 minutos en llamas

Una de las novedades es que el bou embolat podrá mantener en llamas las bolas de fuego que porta en las astas hasta un máximo de 30 minutos, el doble que actualmente, si el fuego se ha "reavivado por causas naturales". Gascón se pregunta cómo se delimitarán las causas de reactivación del fuego.
En 2011, se autorizaron en Catalunya 208 actos taurinos en 28 municipios, una veintena de los cuales fueron denunciados por los animalistas por malas prácticas.
fonte: publico.es/espana/

Los toros de fuego… tampoco es crueldad?


verdadera tortura animal, ya que el toro es tomado como antorcha viva para el disfrute de los espectadores.
odo comienza con inmovilizar al toro atándolo a un poste. Luego colocan en la cabeza un dispositivo que tiene una especie de mecha, a la que prenden fuego. Como si fuera poco, algunos tratan de ponerle “más sabor” a la tortura haciendo correr al animal en el barro, lo cual dificulta el movimiento y lo hace más “gracioso” para los espectadores (por su puesto, el toro sigue atado al poste).
Estoy seguro que los defensores de estas “costumbres” saldrán a decir que el toro no es maltratado, que no muere, que simplemente es un juego… y bla, bla, bla….
Horrenda práctica!!! ¿Hasta dónde queremos llegar?
Estas barbaries no hacen más que revivir en nuestra mente algunos posts parecidos que publiqué anteriormente, todos relacionados con la tortura a los animales (mirarlas con precaución):







fonte: dogguie.com/los-toros-de-fuego-tampoco-es-crueldad/

Paul McCartney faz campanha contra consumo de peru no dia de Ação de Graças


Foto: Peta
Em uma campanha lançada pela associação de defesa dos direitos dos animais PETA, o cantor britânico Paul McCartney pede para os americanos dizerem “não obrigado” ao peru servido no tradicional jantar de Ação de Graças, informa nesta sexta-feira a revista musical britânica “NME”.
Com uma camiseta escrita “não coma” sobre o desenho de um peru, o ex-Beatle aparece na campanha para denunciar o tratamento inadequado que o animal recebe nos Estados Unidos e, por isso, sugere substituir essa iguaria por pratos vegetarianos como os que o próprio músico, de 70 anos, costuma cozinhar.
“Não sabe como preparar um jantar vegetariano para o dia de Ação de Graças deste ano? Olha as receitas deliciosas e sem crueldade que Paul McCartney cozinhará e tente convencer sua família e amigos com algumas opções de prato sem carne”, indicou a PETA em seu site.
Anteriormente, McCartney já colaborou com esta organização em outra campanha, intitulada “Paredes de vidro”, onde denunciava a crueldade dos matadouros em um vídeo no qual assegura que, se esses centros tivessem paredes de vidro, “todo mundo seria vegetariano”.
Agora, o autor de “Hey Jude” retoma sua relação com a PETA para denunciar que a cada ano mais 300 milhões de perus são criados somente para serem servidos no jantar de Ação de Graças, realizado na quarta quinta-feira de novembro nos EUA (22/11) e na segunda segunda-feira de outubro no Canadá.
“Mais de 45 milhões de perus são executados no feriado de Ação de Graças”, denuncia a associação, que considera esse feriado tão “sangrento” como o Natal, quando “22 milhões de aves” também são sacrificadas.
Fonte: Terra

Bombeiros resgatam cachorro que caiu em córrego

Ribeirão Preto

Foto: Joyce Cury/A Cidade
Dois cachorros abandonados foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros, na manhã deste sábado (17), no córrego Retiro Saudoso, próximo ao Centro de Ribeirão Preto.
Eles caíram na água e uma pessoa que percebeu a queda acionou a corporação, que demorou cerca de 1h para resgatar apenas um deles. O outro animal, porém, não foi encontrado.
O cachorro resgatado ficou bastante agitado e foi levado para o Centro de Zoonoses.
Foto: Joyce Cury/A Cidade

Foto: Joyce Cury/A Cidade
Veja mais fotos do resgate aqui.
Fonte: A Cidade

Partido espanhol reforça importância de incluir o respeito aos animais no currículo escolar



Por Alberto Sotillos, DiarioProgresista.es
Tradução por Noelia Gigli (da Redação – EUA)
“É importante incluir o respeito aos animais no currículo escolar”

                                                         
Foto: Reprodução/DiarioProgresistaFoto: Reprodução/DiarioProgresista
Hoje entrevistamos Silvia Barquero, diretora de imprensa do PACMA, um partido político que defende os direitos de todos os animais. Eles mesmos lembram que são a segunda força extraparlamentar.
Nas eleições gerais de 2011, o PACMA obteve 102.144 votos no Congresso, ao passo que no Senado o número chegou a 371.433 votos.
Atualmente, milhares de cães são abandonados devido ao fim da temporada de caça, os touros voltaram à TVE e continuamos sem leis específicas de proteção animal, motivos mais que suficientes para gerar perguntas ainda sem respostas. No entanto, acreditamos tê-las encontrado no PACMA.
Como é a vida de um partido extraparlamentar?
Silvia Barquero – Nosso cotidiano é duro, mas incentivado pelo entusiasmo que nos move a defender os direitos animais, sistematicamente vulneráveis na nossa sociedade. Contamos com uma rede de ativistas do PACMA, presentes em quase todos os estados.
Felizmente, vemos nosso esforço refletido nos excelentes resultados eleitorais. Nas eleições gerais passadas, atingimos mais de 102.000 votos no Congresso e 374.000 no Senado, com um orçamento mínimo. Sem recursos financeiros, mas com um apoio social claro às nossas propostas em defensa dos animais, realizamos um trabalho necessário, e fundamental, em um país onde os políticos ignoram o drama dos animais.
Vendo as dificuldades econômicas pelas quais os partidos que têm representação estão passando, como um partido como PACMA sobrevive?
SB.- Não temos nada a ver com os partidos que têm representação. Nosso projeto político se financia única e exclusivamente com as doações dos nossos afiliados. Não devemos dinheiro aos bancos. Nossa campanha nas eleições gerais contou apenas com um orçamento de 6.000 euros, com os quais demos a conhecer nossas propostas ao público.
Graças a essas doações, conseguimos iniciar nossas campanhas, como a de dar uma fim à comemoração do Toro de la Vega, em Tordesilhas.
Destacaria, ainda, o fato de que todos os nossos ativistas colaboram com o Partido de forma altruísta.
Existe espaço político para que o PACMA possa crescer? O interesse dos eleitores aumenta por uma força política como essa?
SB.- O crescimento exponencial que temos conseguido em todos os comícios, sem um orçamento de campanha, nos mostra isso. De 45.000 votos no Congresso, em 2008, a 102.000 em 2011; e de 132.000 a 374.000 no Senado.
Nossa referência é o Partido Animalista Holandês, que conta com dois deputados no Congresso e um senador. O tratamento que damos aos animais, e o relacionamento que temos com eles, é uma questão política que preocupa muita gente. Queremos superar essa visão antropocêntrica do mundo, na qual o ser humano é considerado o eixo central da criação. Uma nova barreira a transcender, além das de gênero, origem étnica, orientação sexual, é a de discriminar outros seres sensíveis pelo fato de não pertencerem a nossa espécie. Sob o âmbito político, podemos iniciar os mecanismos legais necessários para atingir essa meta. Trabalhamos por um mundo mais justo e, também, pelos animais.
O PACMA tem aspiração governamental ou procura ser uma força política de pressão, para atingir objetivos concretos com relação aos maus tratos contra animais?
SB.- Nosso objetivo é obter uma representação e incluir, na agenda política, as mudanças legais necessárias para a defesa dos interesses dos animais. O que a sociedade demanda da classe política atual é que suas reivindicações tenham eco, que suas inquietações sejam consideradas. É algo que perpassa as análises partidárias e interesses em manter o status quo na política; não seria mais democrático atingir um arco parlamentar representativo e plural?
Atualmente, qual é a situação dos animais na Espanha?
SB.- Em média, por ano, 150.000 cães e gatos são sacrificados nas carrocinhas, enquanto que os de raça continuam sendo criados e vendidos nas lojas como se fossem um artigo de consumo. 18.000 touros morrem em comemorações populares e corridas de touros que, literalmente, deixam as ruas dos povoados manchadas de sangue. Os zoos espanhóis têm sido denunciados pela Comissão Europeia; caçadores e galgueiros deixam o país apinhado de animais abandonados, após o fim da temporada de caça. Essa é a realidade deixada por um país como a Espanha aos nossos companheiros de viagem, os animais.
Qual seria a maneira mais eficaz de se lutar contra uma barbárie como o abandono de cães, que sempre parece ficar impune?
SB.- É importante incluir no currículo escolar o respeito aos animais como matéria. Realizar campanhas de conscientização sobre a necessidade da adoção e realização de campanhas de esterilização. Seria conveniente também criar uma imagem para o Defensor dos Animais com capacidade de inspecionar e denunciar, assim como de aumentar as sanções por abandono e maltrato de animais.
Com relação aos touros, na Espanha, caminha-se um passo para frente e outro para trás, pois acabam de transmitir corridas na RTVE; o que significa, para vocês, que as corridas de touros sejam transmitidas de novo?
O lobby taurino encontrou no Partido Popular o seu grande aliado, que não hesitou em modificar o manual de estilo do Ente Público para voltar a transmitir corridas de touros, apoiando, assim, uma festa em decadência. Eles me fazem lembrar da época em que a TV era em branco e preto, embora não se possa esquecer que Canal Sur, em uma autonomia governada pelo PSOE, continua transmitindo-as também. Isso foi no governo socialista anterior, que transpassou as competências em assuntos taurinos do Ministério de Interior a Cultura, com o apoio que isso tem significado para a festa.
Terminemos de modo otimista, conte-nos as últimas vitórias ocorridas graças ao trabalho do PACMA.
SB.- Uma vitória é o nosso crescimento como partido. Cada vez temos mais apoio e isso nos dá energia. Se há algo que nos torna otimistas é que, graças a nossa campanha de pressão e à polêmica gerada sobre a festa do Toro de la Vega, todos os meios do país agora questionam sua sobrevivência.
fonte: anda

Idoso é detido suspeito de matar cachorro de vizinho a tiros


Um idoso de 61 anos foi detido depois de matar um cachorro com quatro tiros no bairro Jardim Ribeiro em Varginha (MG). Segundo a Polícia Militar, ele afirmou que o cachorro era de vizinhos e estava rondado a casa dele há dias, caçando galinhas e avançando nos netos que vivem com ele.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, ele disse que tentou espantar o cachorro com rojões, mas não conseguiu e por isso o matou com tiros de espingarda.
Ao ser detido, o idoso entregou a arma para a polícia militar e mais 133 espoletas. Ainda segundo a PM, ele foi levado para a delegacia junto com a arma apreendida, mas pagou fiança e foi liberado em seguida.
Fonte: G1

Estado mexicano pede punições mais rigorosas para crimes contra animais



Por Ligia Cunha (da Redação)
Deputados pedem sanções de quase 36 mil pesos (pouco mais de 56 mil reais) como punição para reincidentes por maus-tratos a animais ou para quem praticar atos brutais contra os mesmos no município de Lerdo, no México.

Foto: Reprodução/El Siglo de Durango

A legisladora Gina Campuzano Gonzáles pediu para considerar aumentar a pena para quem cometer maus-tratos contra animais no Estado de Durango, pois as atuais são mínimas. As informações são do jornal El Siglo de Durango.
Um estado demonstra sua grandeza ao garantir a defesa dos mais frágeis, como as pessoas vulneráveis e os animais. A legislação defende sanções mínimas para esses casos e por isso pretendem incrementá-las de forma considerável.
Equilíbrio
“Tiramos parte do que de fato pertence aos animais com o crescimento desmedido das cidades, e mesmo tutorando-os como mascotes, muitos não respondem por seus atos, abandonando-os ou tratando-os mal” declarou Gonzáles.
Neste contexto, solicitou que as reformas propostas sejam aprovadas e que os municípios e o governo do Estado apliquem a Lei de Proteção de Animais de Durango.
Mais rigor
Pedem que a multa para maus-tratos seja de cinquenta até seiscentos dias de salário mínimo em casos de morte cruel do animal, torturas e mutilações. Porém é necessário que os municípios e o Governo do Estado apliquem a Lei de forma efetiva.
fonte:anda

Morre Branco, cão baleado por PM na Câmara de Salvador (BA)



Por Wagner Ferreira (em colaboração para a ANDA)
O Cão conhecido como Branco, baleado por um policial militar em 2008, quando foi em defesa do seu tutor, um morador de rua que dormia em frente à Câmara Municipal de Salvador, faleceu nesta sexta (16) devido a um quadro de insuficiência renal.
Com idade estimada de 10 anos, Branco sofria com a doença há um ano e meio e periodicamente era internado em clínicas veterinárias conveniadas com a Associação Terra Verde Vida, ONG que mantinha o animal abrigado após o resgate.
O corpo de Branco foi encaminhado a um cemitério de animais, localizado no distrito de Abrantes, Camaçari, onde será enterrado amanhã (17).
Histórico
O crime, que revoltou protetores, veterinários e comerciantes que atuam no entorno da Câmara, aconteceu no dia 3 de outubro, um dia antes do Dia Mundial dos Animais. A data também homenageia São Francisco de Assis, tido como o padroeiro dos animais.
O tiro foi disparado pelo soldado da Polícia Militar (PM-BA) Wellington Sena Mariano que, segundo testemunhas, tentou acordar o morador de rua Cristiano Lisboa dos Santos, conhecido como “Índio” com chutes. Ao ver as agressões, Branco tentou defender o tutor e latiu para o policial, que sacou a arma e atingiu o cão.
A bala deflagrada pelo PM atravessou o pescoço do cachorro e ficou alojada no tórax. Branco recebeu os primeiros socorros da comerciante Priscila Cordeiro e Jussara Cerqueira, que o encaminharam para uma clínica veterinária, onde o animal foi submetido a uma cirurgia para a retirada do projétil.
A advogada voluntária da ONG Terra Verde Viva e vereadora eleita por Salvador, Ana Rita Tavares, assumiu o caso juridicamente na época e processou criminalmente o policial, que logo após a agressão foi afastado das ruas pelo comando da PM. O julgamento de Wellington durou um ano e dois meses. Ele foi condenado a pagar R$ 1.200 pelo tratamento do animal e mais R$ 1.100 em cestas básicas.
Ana Rita visita Branco em clínica um dia antes de sua morte (Foto: Wagner Ferreira)
Um cão especial
De acordo com a diretora da ONG Animal Viva, Branco vivia no Centro de Salvador, na companhia de moradores de rua e com a assistência de protetores da área, desde que foi abandonado por um comerciante local. “Ele almoçava todos os dias em um restaurante situado em frente ao edifício onde funcionam os gabinetes dos vereadores. Ao meio-dia, pontualmente, Branco chegava para receber a sua ‘quentinha’, que devorava com apetite,” relata Roberlena.
Depois de ter sido baleado, Branco ainda viveu um tempo na companhia de outro morador de rua Gilson “Capenga”, mas ao apresentar problemas de saúde, foi levado para o Abrigo da Terra Verde Viva, onde viveu ao lado de 250 cães, com o carinho das pessoas que dele cuidavam.
Muito abatida, Ana Rita Tavares chorou a morte do amigo. “Ele foi um ícone de resistência às agressões que os animais abandonados sofrem de pessoas insensíveis. Viveu quase toda sua existência na rua, enfrentando doenças (erliquiose e insuficiência renal), superando as adversidades de muitos invernos, alcançando, enfim, a velhice. Morreu com dignidade, internado na clínica veterinária Prontovet, sob os cuidados dos médicos veterinários Leonardo e Ariane, mas deixando muita saudade. Eu amava Branco e ele a mim”, relembra.
Ana se despede do animal com um beijo (Foto: Wagner Ferreira)
fonte: anda

Organizações lutam pelo fim definitivo dos testes com animais



Por Ligia Cunha (da Redação)
Foto: Reprodução/La Razon
Desde 2004 os testes em animais para cosméticos e produtos de higiene estão proibidos na União Europeia. Há muito tempo as organizações de defesa dos direitos animais lutam para acabar totalmente com a experimentação em seres vivos, mas temem que em 2013 a diretiva sobre cosméticos da União Europeia possa não vigorar, já que  supostamente não haverá disponibilidade total de métodos alternativos válidos. As informações são do jornal espanhol La Razón.
“Fazemos parte da Aliança Europeia para o Fim dos Experimentos com Animais, organização que está coletando assinaturas contra os testes. Já foram enviadas 250.000 assinaturas ao Parlamento Europeu. É lamentável que após 20 anos os experimentos animais prossigam por interesse de alguns, não apenas empresas de cosméticos como a Procter e Gamble, que é uma multinacional, mas pelos fornecedores industriais de animais, que são os mais interessados.É vergonhoso que a União Européia continue adiando o fim definitivo destes teste por lobby” Diz Carmen Méndez, presidente da Associação Nacional para a Defesa dos Animais.
Méndez vai além: “Além de denunciar o sofrimento dos animais durante os testes aos quais são submetidos, isso demonstra que são utilizados ingredientes arriscados para os produtos cosméticos e de higiene. Avaliar um creme, por exemplo, em animais não será garantia de que o mesmo não provocará reações alérgicas até que seja provado por um humano. Sempre existe esse risco, por mais testes que sejam realizados em animais.”
Há mais de 10.000 ingredientes testados para cosméticos que não requerem novos testes. O maior problema é o segredo industrial. Alberto Díez, porta voz da Associação para Defesa do Direito Animal (ADDA), diz que o Eurogroup for Animals, entidade com a qual trabalha, foi calculado que se pode reduzir 29% do número de animais em experimentação com um esquema apropriado, ágil e público, onde prima a cooperação entre as empresas frente ao segredo industrial.
Busca de alternativas
Díez lembra que por mais que o setor tenha avançado na busca de alternativas, os experimentos deveriam ter sido proibidos em 2004. Ainda assim, é positivo em relação ao final dos testes. ” Cedo ou tarde, os testes serão proibidos na União Europeia. O problema é como evitar a importação de cosméticos testados, tanto no produto final como nos ingredientes. Acarretará um grande esforço nas alfândegas, difícil de conseguir.” Mesmo assim, acrescentou a dificuldade atual para saber quando uma empresa adquire ingredientes testados de terceiros.
fonte: anda