sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Padre leva a alimentação Vegana e a proteção animal para dentro da Igreja......... O que cabe ao Papa Francisco faz\er, porem não faz embora use o nome Francisco de Assis


Padre leva o veganismo e a defesa dos animais para dentro da Igreja

Padre leva o veganismo e os direitos animais para Igreja22/12 de 2013 Escrito por Camaleão Max “O que me angustia, no entanto, é a falta intrigante e angustiante de qualquer oposição clara à crueldade animal, dentro da Igreja”. Frank Mann, um padre de Nova York, está causando uma verdadeira revolução em sua igreja. Recentemente, ele teve um despertar pessoal profundo para o sofrimento dos animais e, desde então, incorporou o veganismo e a defesa dos direitos animais em sua vida espiritual, visando um mundo mais justo e pacífico, inspirado por visionários como Dorothy Day¹ e Thomas Merton², que têm mostrado compaixão e liderança moral em face da injustiça contra animais. padre-vegano-igreja-catolica-natal-cristianismo O padre afirma que, um dia, viu um outdoor na rua com duas imagens: um filhote de cão e um leitãozinho. Observando as duas imagens, o padre diz ter pensado, pela primeira vez, no que realmente diferenciava um e outro. “A mensagem saltou e agitou-se na minha alma. Por que amo um, mas como o outro? No dia seguinte, deixei de comer carne de qualquer animal (incluindo peixes). Continuando a olhar a mensagem do outdoor, pelo que parecia ser uma eternidade, eu pensei comigo mesmo: são porcos, vacas, galinhas e perus muito diferentes de gatos e cães?” O religioso, através de seu contato com as pessoas, decidiu levar, além da palavra cristã, o amor e a compaixão aos animais em seus discursos. * Vídeo no youtube (inglês):Father Frank Mann's Awakening to Compassion for Animals
“O que me angustia, no entanto, é a falta intrigante e angustiante de qualquer oposição clara e vocal à crueldade animal, dentro da Igreja. A Igreja sempre foi um campeão forte para a dignidade da vida humana em meio a uma cultura de morte e estou um pouco decepcionado e triste com a ausência de qualquer forma significativa, inspiradora e motivacional de pregação pelos animais, para escrever e ensinar questões tão urgentes como os direitos animais e seu bem-estar e segurança”, escreveu o padre no site The Tablet. Padre Frank é um excelente exemplo de reflexão, consciência e determinação em um meio onde muitas vezes nada pode ser questionado. Seu amor e sua luta por direito estende-se não somente aos humanos mas para as outras espécies também. Podemos muito bem viver de forma harmoniosa com outras espécies e respeitá-las (tornar se vegan), independente se acreditamos em uma religião, crença ou seita. ¹ Dorothy Day: foi uma figura reverenciada no âmbito da comunidade católica estadunidense, atuou como jornalista, ativista social, anarquista e posteriormente se converteu ao catolicismo. Na década de 1930 Day trabalhou para estabelecer um Movimento Operário Católico, um movimento que continuasse a combinar ajuda direta aos pobres e desabrigados com ações diretas não-violentas em seu favor. ² Thomas Merton: foi um escritor católico do século XX. Monge trapista da Abadia de Gethsemani, Kentucky, foi também um poeta, ativista social e estudioso de religiões comparadas. ntro da Igreja

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

AMOR

Acho que a maioria das pessoas concorda que não cometer violência contra outro – humanos ou não-humano - é uma posição ética superior para magoar alguém. Para mim, eu refletir essa ética por ser vegan. Ao contrário do que alguns pensam, ser vegetariano não é um fim em si; é o meio para um fim. É o meio através do qual pode – em nossas vidas diárias – refletimos nosso valor de não causar danos. A verdade é que sinto-me humilhado sendo vegan em vez de superior para aqueles que não são. Não tenho nenhum motivo para ser hipócrita. Houve um tempo quando eu comia animais e inventado desculpas, e sinto-me grato para ser armado com o conhecimento e a conscientização e ser capaz de agir sobre os meus valores de compaixão e bondade. Prefiro do que sentir-se moralmente superior a pessoas que comem animais, sinto-me grande tristeza para os animais que sofrem e para os humanos que infligem o sofrimento. Se mantivermos esta imagem grande em mente, podemos criar o mundo compassivo que todos nós encaramos. ~ Colleen Patrick-Goudreau — com Beki McSquigllion Hetfield, Rosemary Brice e Richard Van Camp.

A Declaração de Cambridge sobre a Consciência dos Animais "Declaração de Cambridge": manifesto de neurocientistas que afirma: mamíferos, aves e até polvos têm consciência. O manifesto tem as assinaturas de doutores de instituições de renome como Caltech, MIT e Instituto Max Planck. Trata-se do resultado de uma compilação das pesquisas da área. Representa um posicionamento inédito sobre a capacidade de outros seres perceberem sua própria existência e o mundo ao seu redor. Em entrevista, Philip Low, criador do iBrain, o aparelho que recentemente permitiu a leitura das ondas cerebrais do físico Stephen Hawking, e um dos articuladores do movimento, explica que nos últimos 16 anos a neurociência descobriu que as áreas do cérebro que distinguem seres humanos de outros animais não são as que produzem a consciência. "As estruturas cerebrais responsáveis pelos processos que geram a consciência nos humanos e outros animais são equivalentes", diz. "Concluímos então que esses animais também possuem consciência." O manifesto de Cambridge nos dá a todos mais munição para avançarmos nas conquistas do já tão atrasado reconhecimento dos direitos animais. "Queremos que esses animais recebam direitos fundamentais, que a justiça as enxergue como pessoas, no sentido legal." Isso quer dizer que esses animais teriam direito à integridade física e à liberdade. "Temos que parar de pensar que esses animais existem para servir aos seres humanos", defende Steven Wise, advogado e especialista americano em direito dos animais, líder do Projeto dos Direitos de Animais não Humanos. "Eles têm um valor intrínseco, independente de como os avaliamos." Os estudos realizados já foram o suficiente para provocar reflexão e mudança de comportamento em cientistas, como afirma o próprio Philip Low: "Estou considerando me tornar vegetariano", diz. "Temos agora que apelar para nossa engenhosidade, para desenvolver tecnologias que nos permitam criar uma sociedade cada vez menos dependente dos animais." Transcrevo abaixo, a tradução da Declaração de Cambridge, primeiro em tradução para o português e, em seguida seu original, em língua inglesa: Foto retirada de fcmconference.org Declaração de Cambridge sobre Consciência* Neste dia de 07 de julho de 2012, um grupo proeminente de neurocientistas cognitivos, neurofarmacologistas, neurofisiologistas e neurocientistas computacionais reuniram-se na Universidade de Cambridge para reavaliar os substratos neurobiológicos da experiência da consciência e comportamentos relacionados, em animais humanos e não-humanos. Ainda que a investigação comparativa neste área seja muito dificuldade pela incapacidade de animais não humanos __ e frequentemente humanos __ para clara e prontamente comunicarem seus estados internos, as seguintes observações podem ser feitas inequivocamente: *O campo da investigação sobre a Consciência está evoluindo rapidamente. Novas técnicas e estratégias de investigação para animais humanos e não-humanos foram desenvolvidas em número abundante. Consequentemente, um maior número de dados é disponibilizado com mais facilidade, o que obriga a uma reavaliação periódica de preconcepções que persistem neste campo. Estudos de animais não-humanos mostraram circuitos cerebrais homólogos correlacionados com a experiência e a percepção da consciência podem ser seletivamente acessadas e manipuladas para compreender se são de fato necessários à referida experiência. Além disso, novas técnicas não invasivas estão já disponíveis para mapear os correlativos da consciência nos humanos. *Os substratos neuronais não parecem limitar-se às estruturas corticais. De fato, redes neuronais subcorticais que são estimuladas durante a vivência de estados afetivos em humanos, são também criticamente importantes enquanto geradoras de comportamentos emocionais em animais. A estimulação artificial das mesmas regiões do cérebro gera comportamentos e estados sentimentais correspondentes em ambos, animais humanos e não-humanos. Sempre que suscitamos comportamentos emocionais instintivos em cérebros de animais não-humanos, muitos dos comportamentos subsequentes são consistentes com a experiência de estados sentimentais, incluindo os estados internos compensatórios ou punitivos. Os sistemas associados ao afeto estão concentrados nas regiões subcorticais onde abundam as homologias neuronais. Ademais, os circuitos neuronais que suportam estados comportamentais/eletrofisiológicos de atenção, sono e tomada de decisão, parecem ter surgido tão cedo, no processo evolutivo, quanto a ramificação dos invertebrados, sendo evidentes em insetos e moluscos cefalópodes (e.g.: polvo). *As aves parecem oferecer, de forma surpreendente, através do seu comportamento, da sua neurofisiologia, e da sua neuroanatomia, um processo de evolução paralela da consciência. Evidências de níveis de consciência próximo dos humanos têm sido, da forma mais dramática, observadas em papagaios cinzentos africanos. As redes e microcircuitos emocionais e cognitivos de aves e mamíferos parecem ser bastante mais homólogos do que previamente se pensou. Além disso, certas espécies de aves, como foi demonstrado nos padrões neurofisiológicos dos mandarins, exibem padrões neuronais de sono idênticos aos dos mamíferos, incluindo o sono REM, que se pensava exigirem o neocórtex dos mamíferos. As magpies [uma espécie de pombo], em particular, exibiram impressionantes similaridades com humanos, grandes símios, golfinhos e elefantes em estudos de auto reconhecimento da sua imagem refletida num espelho. * Nos humanos, o efeito de certos alucinógenos parece estar associado com uma disrupção no processamento cortical de feedforward e feedback. Intervenções farmacológicas em animais não-humanos com compostos conhecidos por afetarem o comportamento humano, podem conduzir a perturbações similares no comportamento dos animais não-humanos. Nos humanos, existem evidências que sugerem que a consciência de algo, tal como na consciência visual, está correlacionada com a atividade cortical, o que não exclui possíveis contribuições do processamento subcortical ou cortical primitivo. Evidências de que sentimentos de animais humanos e não-humanos emergem de redes cerebrais subcorticais homólogas fornecem evidências de qualia afetivas fundamentais evolutivamente partilhados. Declaramos o seguinte: “A ausência de neocórtex não parece excluir um organismo da possibilidade de experienciar estados afetivos. Evidências convergentes indicam que animais não-humanos possuem os substratos neuroanatômicos, neuroquímicos e neurofisiológicos de estados de consciência em linha com a capacidade de exibir comportamentos intencionais. Consequentemente, o peso das evidências indica que os humanos não são únicos na posse dos substratos neurológicos que geram consciência. Animais não-humanos, abarcando todos os mamíferos e aves, e muitas outras criaturas, incluindo os polvos, também possuem estes substratos neurológicos”. Original da declaração: fcmconference.org/img/CambridgeDeclarationOnConsciousness.pdf * A Declaração de Cambridge sobre a Consciência foi escrita por Philip Low e editada por Jaak Panksepp, Diana Reiss, David Edelman, Bruno Van Swinderen, Philip Low e Christof Koch. A declaração foi publicamente proclamada em Cambridge, Reino Unido, no dia 7 de Julho de 2012, na Conferência de Homenagem a Francis Crick, sobre a Consciência em Animais Humanos e não-Humanos, no Churchil College, Universidade de Londres, por Low, Edelman e Koch. A declaração foi assinada pelos participantes na conferência nessa mesma tarde, na presença de Stephen Hawking, no Salão Balfour no Hotel du Vin Cambridge (Reino Unido). A cerimônia de assinatura foi assinalada pelo CBS 60 Minutes.


A Declaração de Cambridge sobre a Consciência dos Animais "Declaração de Cambridge": manifesto de neurocientistas que afirma: mamíferos, aves e até polvos têm consciência. O manifesto tem as assinaturas de doutores de instituições de renome como Caltech, MIT e Instituto Max Planck. Trata-se do resultado de uma compilação das pesquisas da área. Representa um posicionamento inédito sobre a capacidade de outros seres perceberem sua própria existência e o mundo ao seu redor. Em entrevista, Philip Low, criador do iBrain, o aparelho que recentemente permitiu a leitura das ondas cerebrais do físico Stephen Hawking, e um dos articuladores do movimento, explica que nos últimos 16 anos a neurociência descobriu que as áreas do cérebro que distinguem seres humanos de outros animais não são as que produzem a consciência. "As estruturas cerebrais responsáveis pelos processos que geram a consciência nos humanos e outros animais são equivalentes", diz. "Concluímos então que esses animais também possuem consciência." O manifesto de Cambridge nos dá a todos mais munição para avançarmos nas conquistas do já tão atrasado reconhecimento dos direitos animais. "Queremos que esses animais recebam direitos fundamentais, que a justiça as enxergue como pessoas, no sentido legal." Isso quer dizer que esses animais teriam direito à integridade física e à liberdade. "Temos que parar de pensar que esses animais existem para servir aos seres humanos", defende Steven Wise, advogado e especialista americano em direito dos animais, líder do Projeto dos Direitos de Animais não Humanos. "Eles têm um valor intrínseco, independente de como os avaliamos." Os estudos realizados já foram o suficiente para provocar reflexão e mudança de comportamento em cientistas, como afirma o próprio Philip Low: "Estou considerando me tornar vegetariano", diz. "Temos agora que apelar para nossa engenhosidade, para desenvolver tecnologias que nos permitam criar uma sociedade cada vez menos dependente dos animais." Transcrevo abaixo, a tradução da Declaração de Cambridge, primeiro em tradução para o português e, em seguida seu original, em língua inglesa: Declaração de Cambridge sobre Consciência* Neste dia de 07 de julho de 2012, um grupo proeminente de neurocientistas cognitivos, neurofarmacologistas, neurofisiologistas e neurocientistas computacionais reuniram-se na Universidade de Cambridge para reavaliar os substratos neurobiológicos da experiência da consciência e comportamentos relacionados, em animais humanos e não-humanos. Ainda que a investigação comparativa neste área seja muito dificuldade pela incapacidade de animais não humanos __ e frequentemente humanos __ para clara e prontamente comunicarem seus estados internos, as seguintes observações podem ser feitas inequivocamente: *O campo da investigação sobre a Consciência está evoluindo rapidamente. Novas técnicas e estratégias de investigação para animais humanos e não-humanos foram desenvolvidas em número abundante. Consequentemente, um maior número de dados é disponibilizado com mais facilidade, o que obriga a uma reavaliação periódica de preconcepções que persistem neste campo. Estudos de animais não-humanos mostraram circuitos cerebrais homólogos correlacionados com a experiência e a percepção da consciência podem ser seletivamente acessadas e manipuladas para compreender se são de fato necessários à referida experiência. Além disso, novas técnicas não invasivas estão já disponíveis para mapear os correlativos da consciência nos humanos. *Os substratos neuronais não parecem limitar-se às estruturas corticais. De fato, redes neuronais subcorticais que são estimuladas durante a vivência de estados afetivos em humanos, são também criticamente importantes enquanto geradoras de comportamentos emocionais em animais. A estimulação artificial das mesmas regiões do cérebro gera comportamentos e estados sentimentais correspondentes em ambos, animais humanos e não-humanos. Sempre que suscitamos comportamentos emocionais instintivos em cérebros de animais não-humanos, muitos dos comportamentos subsequentes são consistentes com a experiência de estados sentimentais, incluindo os estados internos compensatórios ou punitivos. Os sistemas associados ao afeto estão concentrados nas regiões subcorticais onde abundam as homologias neuronais. Ademais, os circuitos neuronais que suportam estados comportamentais/eletrofisiológicos de atenção, sono e tomada de decisão, parecem ter surgido tão cedo, no processo evolutivo, quanto a ramificação dos invertebrados, sendo evidentes em insetos e moluscos cefalópodes (e.g.: polvo). *As aves parecem oferecer, de forma surpreendente, através do seu comportamento, da sua neurofisiologia, e da sua neuroanatomia, um processo de evolução paralela da consciência. Evidências de níveis de consciência próximo dos humanos têm sido, da forma mais dramática, observadas em papagaios cinzentos africanos. As redes e microcircuitos emocionais e cognitivos de aves e mamíferos parecem ser bastante mais homólogos do que previamente se pensou. Além disso, certas espécies de aves, como foi demonstrado nos padrões neurofisiológicos dos mandarins, exibem padrões neuronais de sono idênticos aos dos mamíferos, incluindo o sono REM, que se pensava exigirem o neocórtex dos mamíferos. As magpies [uma espécie de pombo], em particular, exibiram impressionantes similaridades com humanos, grandes símios, golfinhos e elefantes em estudos de auto reconhecimento da sua imagem refletida num espelho. * Nos humanos, o efeito de certos alucinógenos parece estar associado com uma disrupção no processamento cortical de feedforward e feedback. Intervenções farmacológicas em animais não-humanos com compostos conhecidos por afetarem o comportamento humano, podem conduzir a perturbações similares no comportamento dos animais não-humanos. Nos humanos, existem evidências que sugerem que a consciência de algo, tal como na consciência visual, está correlacionada com a atividade cortical, o que não exclui possíveis contribuições do processamento subcortical ou cortical primitivo. Evidências de que sentimentos de animais humanos e não-humanos emergem de redes cerebrais subcorticais homólogas fornecem evidências de qualia afetivas fundamentais evolutivamente partilhados. Declaramos o seguinte: “A ausência de neocórtex não parece excluir um organismo da possibilidade de experienciar estados afetivos. Evidências convergentes indicam que animais não-humanos possuem os substratos neuroanatômicos, neuroquímicos e neurofisiológicos de estados de consciência em linha com a capacidade de exibir comportamentos intencionais. Consequentemente, o peso das evidências indica que os humanos não são únicos na posse dos substratos neurológicos que geram consciência. Animais não-humanos, abarcando todos os mamíferos e aves, e muitas outras criaturas, incluindo os polvos, também possuem estes substratos neurológicos”. Original da declaração: fcmconference.org/img/CambridgeDeclarationOnConsciousness.pdf * A Declaração de Cambridge sobre a Consciência foi escrita por Philip Low e editada por Jaak Panksepp, Diana Reiss, David Edelman, Bruno Van Swinderen, Philip Low e Christof Koch. A declaração foi publicamente proclamada em Cambridge, Reino Unido, no dia 7 de Julho de 2012, na Conferência de Homenagem a Francis Crick, sobre a Consciência em Animais Humanos e não-Humanos, no Churchil College, Universidade de Londres, por Low, Edelman e Koch. A declaração foi assinada pelos participantes na conferência nessa mesma tarde, na presença de Stephen Hawking, no Salão Balfour no Hotel du Vin Cambridge (Reino Unido). A cerimônia de assinatura foi assinalada pelo CBS 60 Minutes.

OVELHA SEM PATAS INSPIRA JOVEM COM CÂNCER POR SUA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO Uma ovelha que nasceu sem as patas dianteiras aprendeu a andar como um ser humano usando apenas os membros traseiros. O cordeiro, nascido no centro da China, fez parte de uma ninhada de quatro animais. Um rapaz chamado Xiu Wang, de 31 anos, resolveu comprar o animal por cerca de R$ 1.500. Xiu, que teve que abandonar os estudos em uma universidade na província de Anhui, depois que ele foi diagnosticado com câncer dos gânglios linfáticos, havia se inspirado pelo cordeiro. Ele diz sentir que é muito parecido com seu novo animal, e que a história da ovelha é a melhor fonte de cura para ele e outras pessoas com a doença. Fonte: techmestre.com


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Raça de cachorro entra em extinção no Reino Unido............................A raça de cachorros favorita da rainha britânica Elizabeth II, a Corgi galês Pembroke, corre o risco de extinção no Reino Unido, informou nesta segunda-feira (23) o Kennel Club. O risco se deve à escolha das pessoas, que estão preferindo cachorros da raça Pug Carlin ou Chihuahua. A entidade publicou sua lista anual das raças mais populares do país, como também as que desapareceram como consequência as modas ou mudanças de gostos..Carlin ou Chihuahua. (Foto: Exame) Fonte: Exame.


Gatos buscam aconchego contra o frio em presépio.........................Há quase 10 anos, na época do Natal, duas irmãs têm montado um presépio no mesmo parque, no Brooklyn (Nova York, EUA). Um grupo de gatos que sempre viveu no local não parece se importar com o cenário. As informações são da Ecorazzi. “Agora que as temperaturas estão caindo, estes gatos em situação de rua ficam necessitados de se abrigar do frio, então eles têm se aconchegado na manjedoura, abraçando-se a Maria, José e o resto do grupo”. De acordo com as irmãs, os inocentes gatos acabam tirando o bebê Jesus do caminho quando procuram seu espaço no presépio. “As pessoas adoram”, disse uma das irmãs, Sue Amendola. “Mas na verdade elas se divertem com os gatos”. Em Inglês, “nativity” é a palavra usada para designar “presépio”. Segundo a reportagem, este é um “cat-tivity”, um presépio de gatos, que espalha a mensagem de natal na forma de um cartão felino.....Foto: Rafael Lopez Jr. / DNAInfo....fonte:: anda.jor

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Cão cego e irmão guia passam Natal com sua nova família adotiva/foto e fonte: anda.jor

Jermaine e Jeffrey com sua nova tutora, McKee. (Foto: Daily Mail)

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Atenção: graças a divulgar amplamente esta chamada! A transmissão deve ser MASSIVE, inclusive e especialmente nas redes Facebook e outros. Preciso de ajuda para salvar este Pitt Bull de cãozinho de 11 meses, corpo terrivelmente magro! Ele foi torturado, fome, tem cortar a cauda com um machado e deixou-o sem cuidado. Sua ferida dolorosa foi devorada por vermes. Eu sei, é muito difícil de suportar, a leitura já é feia, mas imagine que voluntários endure tentando salvar a vida dela! Então, estes voluntários precisam de produtos para desinfectar, antibióticos, analgésicos, tudo que podem ser útil nesses casos, produtos nutricionais-hiper também, etc. Por favor, compartilhe o mesmo que você não pode ajudar concretamente: divulgação você já está ajudando a salvar essa pequena vítima. Obrigado a todos aqueles que permanecerá indiferente antes disso. Contato: Natalia Traba no Facebook https://www.facebook.com/profile.php?id=100000562671793 mas Por favor ayuda p Indio precisamos...es um pit bull de 11 meses rescatado da villa...cortaron hachazo cola y lo deixaram q é lo comieran los anda...Además de recém-vindo de n º em varios dias... Darla con seba damiani estamos tratando salvarlo, precisamos q nossos panos de donen pet, Algodón, agua oxigenada, iodo, trapos, jeringas, con lo puedan q!154168563 Por: Natalia Traba-chocá-lo? Ele é experimentado por milhares de animais


Cadela grávida é espancada por 'veterinário' de Pet Shop


sábado, 21 de dezembro de 2013

vitoria dos animais


Abandono




Oi eu sou o Draco, não lembro quando isso começou, lembro só que pouco a pouco deixei de enxergar de um dos olhos, me incomodava muito e logo depois disso me lembro que meu dono me levou pra passear, eu fiquei todo feliz, achei que íamos ao veterinário, mas quando chegamos em um lugar q eu não conhecia ele me empurrou para fora do carro e foi embora disparado, fiquei perdido por dias, achei q seria meu fim, se as ruas são difíceis para os cães, imagina para um pitbull com o olho muito machucado? ninguém queria me ajudar, ninguém quis saber de mim, até que o tio Rafa ficou sabendo e veio me buscar!!! graças a ele tive mais uma chance, estou internado na Clínica São Sebastião e estou muito bem aqui, eles cuidam muito bem de mim, mas infelizmente na noite de ontem tiveram que tirar meu olhinho eu perdi minha pálpebra e não conseguia fechar meu olho, então para ser mais confortável para mim, tiveram q tirara tudo bem o tio Rafa conversou e me explicou que terei uma vida normal e isso foi melhor pra mim, ainda eh dificil aceitar... eu fui operado coletaram biopsia e ainda preciso ficar mais uns dias aqui internado para fazer quimioterapia, com isso o tio Rafa precisa MUITO de dinheiro para pagar a clínica, vc pode ajudar ele? ele merece, ele não me deixou ficar na rua sofrendo, ele veio e me ajudou!!! se vc puder ajudar ele deposita na conta dele ou vem aki na clínica pagar ta? a conta dele é: itau ag 0384 cc 57972-8